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Há sete anos que não havia tantos casamentos em Portugal

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Vestido Noiva

O número de casamentos atingiu em 2018 o valor mais elevado dos últimos seis anos, totalizando 34.637, dos quais 607 entre pessoas do mesmo sexo, segundo as “Estatísticas Vitais” do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Relativamente a 2017, ano em que se celebraram 33.634 casamentos, observou-se um aumento de 3% em 2018, o que se traduziu em mais 1.003 casamentos.

Também se registou um aumento no número de casamentos entre pessoas do mesmo sexo: 607 em 2018 contra 523 em 2017, referem os dados do INE, precisando que 342 casamentos foram entre homens e 265 entre mulheres (282 e 241, respetivamente, em 2017).

Em mais de metade dos casamentos realizados em 2018, os nubentes possuíam residência anterior comum (20.697), uma situação que tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos, passando de 44,2% em 2010 para 59,8% em 2018.

Em 2018, 54,1% dos casamentos (18.724) realizaram-se nos meses de verão (entre junho e setembro), sendo agosto o mês com maior frequência (5.265).

Entre 2010 e 2018, agosto foi sempre o mês com mais casamentos, ao contrário de fevereiro que foi sempre o mês com menor número de casamentos.

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Benfica pode ter de vir a jogar à porta fechada

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O Tribunal Arbitral do Desporto considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada.

Fonte oficial do Benfica confirmou hoje à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pelo comportamento dos adeptos ‘encarnados’ na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, “traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo” aquando dos golos das ‘águias’, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era “promotor do espetáculo desportivo”, por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD “declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida”.

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

 

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