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Há seis distritos de Faro com risco máximo de incêndio

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Incendio floresta

Os concelhos de Aljezur, Lagos, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira e Alcoutim, no distrito de Faro, apresentam hoje risco máximo de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O IPMA colocou também em risco muito elevado de incêndio os concelhos de Portimão, Monchique, Silves e Castro Marim, no distrito de Faro, e Almodóvar, Mértola e Odemira, em Beja.

Em risco elevado de incêndio estão mais de 30 concelhos dos distritos de Faro, Beja, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Braga, Vila Real e Bragança.

As temperaturas máximas mais elevadas hoje no continente estão previstas para os distritos de Beja, Setúbal e Santarém com 34 graus Celsius. Em Faro a máxima prevista é de 27 graus, enquanto em Silves, os termómetros podem subir até ao 31 graus.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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