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Greve climática volta hoje às ruas em Portugal e envolve 157 países

No total, já se realizaram 63 mil greves climáticas.

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A Greve Climática Global realiza-se hoje em 157 países, incluindo Portugal, e, na sua quarta edição, tem como principal objetivo mobilizar os jovens a participar na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2019 (COP25).

São esperados mais de cem mil manifestantes na greve climática, segundo estimativas do ‘site’ oficial do movimento “FridaysForFuture”, e os protestos vão servir para convencer o máximo de pessoas a ir à COP25, que se inicia em Madrid na segunda-feira.

Em Portugal, estão previstas greves em Lisboa, Porto, Coimbra, Santarém, Portalegre, Évora e Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), abaixo da participação em edições anteriores, o que é justificado pela organização com o aviso tardio para o protesto.

Em Lisboa, está programada uma manifestação, que começa de manhã no largo Camões e termina na Assembleia da República.

A COP25, que se irá realizar entre 2 e 13 de dezembro, vai contar com a presença de Greta Thunberg, a jovem ativista sueca que em 2018 começou a faltar às aulas para protestar, junto ao parlamento sueco, contra a inação dos políticos em questões ambientais.

Antes de se deslocar a Madrid, a ativista passa por Lisboa. Desde agosto de 2018, já participaram na greve climática jovens de 6,6 mil cidades de 223 países, segundo o ‘site’ oficial do movimento.

 

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Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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