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Greta Thunberg e 15 jovens processam cinco países por inação na defesa do clima

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Foto: Facebook Greta Thunberg

Dezasseis jovens, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg, vão avançar com uma ação judicial contra cinco países a propósito da inação em relação às alterações climáticas.

O anúncio foi feito em Nova Iorque à margem da Cimeira da Ação Climática, convocada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.

Os jovens denunciam a inação dos líderes como uma violação da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança.

Ainda que os líderes mundiais tenham assinado a convenção há 30 anos (novembro de 1989), pela qual se comprometeram a proteger a saúde e os direitos das crianças, “eles não cumpriram as suas promessas”, disse o porta-voz sueco do grupo.

Quase todos os países, com exceção dos Estados Unidos, ratificaram a convenção, que deveria proteger a saúde e os direitos das crianças, mas “cada um de nós viu esses direitos violados e negados”, e os nossos futuros “estão em vias de ser destruídos”, disse Alexandria Villasenor, considerada a Greta Thunberg americana.

A queixa sem precedentes junta 16 jovens de 12 países, com idades entre os oito e os 17 anos e tem a ajuda do escritório de advocacia internacional Hausfeld e o apoio da UNICEF. Tem como alvos a Alemanha, França, Argentina, Brasil e Turquia.

As recomendações não são vinculativas, mas os 44 países que assinaram o protocolo concordaram com o princípio de as respeitar.

Os cinco países são dos maiores poluidores do mundo e ratificaram o protocolo. Países que são mais poluidores, como os Estados Unidos, a China ou a Índia, não ratificaram o protocolo.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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