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Governo vai abrir mais de 2 mil estágios profissionais para a Administração Local

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O Governo vai atribuir 2.088 estágios profissionais na Administração Local, cofinanciados pelo Fundo Social Europeu, num montante de cerca de 18,5 milhões de euros.

De acordo com um despacho publicado hoje em Diário da República, assinado pela secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, as zonas Norte e Centro do país serão as que irão acolher mais vagas de estágio, no âmbito da 2.º fase do Programa de Estágios Profissionais na Administração Local.

Esta segunda fase destina-se a jovens desempregados até aos 30 anos, ou 35 se portadores de deficiência ou com incapacidade, detentores de licenciatura, de cursos técnicos superiores profissionais ou cursos tecnológicos de nível secundário.

A distribuição foi feita após candidatura das entidades da administração local, nomeadamente, municípios, freguesias, entidades intermunicipais, associações de municípios e empresas locais.

A zona Norte do país terá um total de 763 estágios: Trofa (38) e Vila Pouca de Aguiar (30).

Na zona Centro serão atribuídos um total de 744 estágios: Coimbra (45) e Viseu (25).

O Alentejo irá dispor de 363 vagas: Ponte de Sor (21) e Portel (14).

Para a zona do Algarve foram atribuídas 110 vagas: Albufeira (20).

A região de Lisboa foi contemplada com um total de 105 vagas, das quais oito serão para pessoas portadoras com deficiência, concentrando-se a maioria nos municípios de Cascais (19) e de Setúbal (19).

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Cientistas explicam por que trabalhar à noite faz mal aos intestinos

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As pessoas que trabalham à noite têm mais probabilidades de desenvolver inflamações intestinais, porque há células que contribuem para a saúde intestinal que deixam de receber informações vitais do cérebro.

Os resultados da investigação foram hoje publicados na revista científica Nature. Feito pela equipa de Henrique Veiga-Fernandes, no Centro Champalimaud, em Lisboa, o estudo explica o que leva as pessoas que têm horários desregrados, como trabalhadores noturnos, a ter mais tendência para inflamações intestinais ou obesidade.

A relação entre esses problemas e os horários noturnos era conhecida e já se tem procurado relacionar os processos fisiológicos com a atividade do relógio circadiano do cérebro. Mas foi a equipa do investigador principal Veiga-Fernandes que descobriu que a função de um certo grupo de células imunitárias, conhecidas por contribuírem de forma muito significativa para a saúde intestinal, se encontra sob o controlo direto do relógio circadiano do cérebro.

Veiga-Fernandes, citado num comunicado da Fundação Champalimaud, explica que quase todas as células do corpo possuem uma maquinaria genética interna que acompanha o ritmo circadiano através da expressão dos chamados “genes relógio”, que indicam a hora do dia às células.

Esses pequenos relógios são sincronizados pelo grande relógio do cérebro (por exemplo informação sobre o dia e a noite).

A equipa descobriu que as chamadas “células linfóides inatas de tipo 3” (ILC3), que no intestino lutam por exemplo contra as infeções, são particularmente sensíveis às perturbações dos seus genes relógio.

“Quando os cientistas analisaram a forma como a perturbação do relógio circadiano cerebral influía sobre a expressão de diversos genes das ILC3, descobriram que desencadeava um problema muito específico: o “código postal” molecular destas células desaparecia!”, explica-se no comunicado.

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