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Governo vai abrir mais de 2 mil estágios profissionais para a Administração Local

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Escritório Computador

O Governo vai atribuir 2.088 estágios profissionais na Administração Local, cofinanciados pelo Fundo Social Europeu, num montante de cerca de 18,5 milhões de euros.

De acordo com um despacho publicado hoje em Diário da República, assinado pela secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, as zonas Norte e Centro do país serão as que irão acolher mais vagas de estágio, no âmbito da 2.º fase do Programa de Estágios Profissionais na Administração Local.

Esta segunda fase destina-se a jovens desempregados até aos 30 anos, ou 35 se portadores de deficiência ou com incapacidade, detentores de licenciatura, de cursos técnicos superiores profissionais ou cursos tecnológicos de nível secundário.

A distribuição foi feita após candidatura das entidades da administração local, nomeadamente, municípios, freguesias, entidades intermunicipais, associações de municípios e empresas locais.

A zona Norte do país terá um total de 763 estágios: Trofa (38) e Vila Pouca de Aguiar (30).

Na zona Centro serão atribuídos um total de 744 estágios: Coimbra (45) e Viseu (25).

O Alentejo irá dispor de 363 vagas: Ponte de Sor (21) e Portel (14).

Para a zona do Algarve foram atribuídas 110 vagas: Albufeira (20).

A região de Lisboa foi contemplada com um total de 105 vagas, das quais oito serão para pessoas portadoras com deficiência, concentrando-se a maioria nos municípios de Cascais (19) e de Setúbal (19).

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Primeiras carruagens de 51 compradas a Espanha começam a circular entre dezembro e janeiro

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Comboio passageiro

As primeiras carruagens do pacote de 51 compradas pela Comboios de Portugal (CP) à espanhola Renfe por 1,65 milhões de euros destinam-se à Linha do Minho e vão estar a funcionar entre dezembro e janeiro, foi hoje anunciado.

“A aquisição de material circulante disponível em Espanha faz parte de um esforço de curto prazo para fazer face às necessidades dos portugueses. A CP com 1,65 milhões de euros comprou 51 carruagens [usadas] que novas custariam [cada uma] mais de um milhão de euros”, destacou hoje o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, na visita realizada ao Parque Oficinal de Guifões, concelho de Matosinhos, onde a CP está a requalificar as carruagens compradas à Renfe.

Ainda de acordo com o governante, o investimento total, contando com a requalificação, poderá rondar os sete a oito milhões de euros e as carruagens vão estar ao serviço das linhas de intercidades e regionais, podendo circular a 200 quilómetros por hora.

Já de acordo com o presidente da CP, Nuno Freitas, 18 das 51 carruagens já se encontram em Guifões, três “chegam ainda hoje” e as restantes “muito em breve”.

Nuno Freitas avançou que as primeiras que ficarão prontas servirão para a inauguração da requalificação da Linha do Minho prevista para dezembro ou janeiro.

“Constitui um aumento de 50% do parque que pode ser destinado ao intercidades. Pode-se dizer o que se quiser, mas nos últimos anos, nomeadamente no último ano, fez-se aquilo na ferrovia que não se fez durante décadas. O país precisa de material circulante novo. Não abdicamos de lançar concurso. Mas demora alguns anos e não podemos ficar à espera”, disse Pedro Nuno Santos.

Ao lado da presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, o ministro recordou ainda uma visita que fez à fábrica de Guifões em janeiro, lembrando que esta estava vazia, ao contrário de agora, segundo disse, que “está cheia e a trabalhar a toda a força”.

“Num momento em que ouvimos grandes valores em outras empresas e passamos por dificuldades, a CP que é uma empresa que merece muito mais do país do que aquilo que tem recebido está a fazer um trabalho excecional. Estamos disponíveis para ensinar outros Estados estrangeiros, mas também privados a fazer bons negócios”, disse o governante que recusou comentar assuntos à margem da visita, nomeadamente sobre a TAP.

“Tenho falado sobre TAP todos os dias. Não vou dizer nada porque o país tem de olhar para o que se está a fazer de bem em outras áreas, para a importância da ferrovia para o país. A ferrovia transporta Portugal inteiro”, concluiu.

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