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Governo faz injeção extraordinária de 152 milhões de euros no SNS

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Hospital Saúde Médico

O Governo injetou de “forma extraordinária” mais 152 milhões de euros nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para redução dos pagamentos em atraso, disse à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

Segundo Francisco Ramos, esta verba faz parte de um reforço global de 445 milhões de euros este ano nos hospitais, que visa contribuir para “a redução dos pagamentos em atrasos em 2019 e chegar ao fim do ano a zero ou muto próximo de zero”.

“Estamos a falar de um crescimento do orçamento do Serviço Nacional de Saúde de 600 milhões de euros em relação a 2018”, disse, adiantando que ao longo do primeiro semestre esse orçamento foi reforçado em 445 milhões de euros, 280 milhões decididos em fevereiro e 152 milhões decididos e executados esta semana.

O governante avançou que os ministérios da Saúde e das Finanças estão a trabalha no sentido de haver “mais algum reforço financeiro, nomeadamente dos hospitais para prosseguir o esforço de redução da dívida”.

Atualidade

Poderes reforçados para inspetores combaterem despedimentos ilegais

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O primeiro-ministro anunciou esta tarde que os inspetores da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) vão ter poderes para suspender despedimentos ilegais, evitando abusos cometidos por entidades patronais na vigência do estado de emergência para combater a pandemia.

Esta medida foi anunciada por António Costa numa conferência de imprensa, a meio do Conselho de Ministros, no Palácio da Ajuda, em que anunciou algumas das medidas que constam do diploma do Governo de execução do decreto do Presidente da República que prorroga por 15 dias, até 17 de abril, o estado de emergência em Portugal.

“Os inspetores da ACT vão passar a ter poderes para suspender qualquer despedimento cujos indícios de ilegalidade sejam manifestos, evitando-se assim o abuso do atual estado de emergência por parte de entidades patronais”, disse o líder do executivo.

Face a noticias de abusos nas relações laborais, o Governo decidiu abrir a possibilidade de requisição de inspetores a qualquer outra inspeção de serviços do Estado para reforçar o quadro da ACT.

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