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Governo desconhece existência de esquadras fechadas

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PSP

O ministro do Ambiente desconhece qualquer fecho de esquadras da PSP por falta de efetivos relacionado com o desvio de forças de segurança para conduzir camiões de combustível no âmbito da greve de motoristas.

“Não tenho nenhuma informação de que seja verdade”, disse João Pedro Matos Fernandes numa conferência, realizada esta quinta-feira na sede da Entidade Nacional para o Setor Energético, em Lisboa.

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia denunciou a existência de pelo menos duas esquadras da PSP fechadas e agentes “a trabalhar 24 horas” devido à “falta de efetivos”, que se agravou com a greve dos motoristas.

A PSP “não esteve sequer a realizar transporte na manhã de hoje”, disse o ministro, admitindo que, “obviamente, a PSP está a acompanhar aquilo que é a necessidade de segurança, particularmente perto das refinarias”.

O ministro lembrou ainda que “os efetivos que existem no país têm de ser distribuídos de acordo com as necessidades e esta é uma necessidade evidente”.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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