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Governo critica prémios a trabalhadores da TAP em ano de prejuízos

Em causa está a “quebra de confiança” por ter sido surpreendido com o pagamento de prémios de 1,171 milhões de euros a 180 pessoas.

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Foto: Facebook TAP

O Governo pediu a convocação de uma reunião urgente do Conselho de Administração da TAP, de acordo com o JN.

O Ministério das Infraestruturas quer esclarecimentos de todo o processo e para “análise do dever de informação a que estão obrigados nos termos do acordo parassocial e nos termos da legislação em vigor”.

Referiu ainda o Ministério, liderado por Pedro Nuno Santos, que “discorda da política de atribuição de prémios, num ano de prejuízos, a um grupo restrito de trabalhadores e sem ter sido dado conhecimento prévio ao Conselho de Administração da TAP da atribuição dos prémios e dos critérios subjacentes a essa atribuição, não se revendo na conduta da Comissão Executiva que agiu em desrespeito dos deveres de colaboração institucional que lhe são conferidos”.

“O Governo e os representantes do Estado no Conselho de Administração da TAP tomaram conhecimento desta decisão, já consumada com o processamento dos salários referentes ao mês de maio, pelos órgãos de comunicação social”, apontou.

Daí que, saliente, “este procedimento por parte da Comissão Executiva da TAP constitui uma quebra da relação de confiança entre a Comissão Executiva e o maior acionista da TAP, o Estado português”.

Apesar do prejuízo de 118 milhões de euros, em 2018, a TAP pagou junto com os salários de maio prémios de 1,171 milhões de euros a 180 pessoas. Duas delas, quadros superiores, receberam montantes acima dos 110 mil euros atribuídos.

A decisão partiu da Comissão Executiva da TAP, presidida Antonoaldo Neves, que não terá informado o conselho de administração da transportadora, onde o Estado tem seis representantes.

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GNR apreendeu atum-rabilho com mais de 200 quilos em Ílhavo

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A Unidade de Controlo Costeiro da GNR apreendeu na quarta-feira, na Gafanha da Nazaré, em Ílhavo, um exemplar de atum-rabilho com 205 quilogramas, bem como 226 quilogramas de pescado fresco de diversas espécies, num valor estimado de 6.980 euros.

Segundo um comunicado da GNR, o pescado foi descarregado de uma embarcação de pesca costeira “sem cumprir com as obrigações respeitantes ao registo obrigatório no diário de pesca das quantidades estimadas de cada espécie, bem como a respetiva notificação prévia antes de chegada a porto”.

A GNR informa que, de acordo com a legislação em vigor, o atum-rabilho faz parte de uma das oito espécies de atum pertencentes à família “Scombridae”, sendo uma espécie e predador de topo, com elevada importância para a pesca comercial e que está em perigo de extinção.

“Foi identificado o mestre da embarcação e elaborado o respetivo auto de contraordenação pelas infrações de não registo obrigatório no diário de pesca e notificação prévia antes de chegada a porto, cujas coimas podem atingir os valores de 75 mil euros e os 125 mil euros, respetivamente”, refere a mesma nota.

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