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Governo baixa para 65 euros preço dos testes pago pelo SNS a privados

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O Ministério da Saúde baixou para 65 euros o preço dos testes de diagnóstico do novo coronavírus que provoca a doença covid-19 pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) às entidades convencionadas da área de análises clínicas.

Em comunicado, o ministério informa que a atualização do preço dos testes, de 87,95 euros para 65 euros, entra em vigor no sábado, “no mesmo dia que é renovado por mais um mês o regime excecional aprovado em março no âmbito das convenções estabelecidas”.

Segundo o ministério, o preço de 87,95 euros definido em março “refletia as condições internacionais adversas do mercado, designadamente a escassez de reagentes verificada a nível mundial e os consequentes preços”.

“O cenário é hoje diferente, verificando-se uma estabilização dos preços de mercado dos produtos utilizados”, nomeadamente dos reagentes, frisa o ministério, justificando assim a descia do preço dos testes a pagar pelo SNS às entidades convencionadas.

 

Lusa

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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