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Governo admite alargar serviços mínimos a outras regiões

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Foto: Parlamento.pt

O Governo pode alargar os serviços mínimos decretados para as regiões da Grande Lisboa e Grande Porto a outras áreas do país por causa da greve dos motoristas de matérias perigosas. António Costa admitiu essa possibilidade esta quarta-feira no debate quinzenal no Parlamento.

Em resposta ao líder da bancada do PSD, o primeiro-ministro assegurou que está “inteiramente assegurado” o abastecimento de combustível nos aeroportos, às forças de segurança e de emergência, bem como em 40% nas bombas de gasolina, cumprindo-se o definido nos serviços mínimos.

Os serviços mínimos, explicou o primeiro-ministro, foram decretados de acordo com o solicitado pela Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários (ANTRAM) para as áreas da Grande Lisboa e do Grande Porto. Mas podem ser alargados a outras áreas, estando o Executivo “em contacto com a ANTRAM e sindicatos” para negociar essa eventualidade.

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Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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