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GNR escoltou primeiros camiões a iniciarem funções

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Camião

A GNR fez, esta manhã de segunda-feira, escolta dos primeiros motoristas de matérias perigosas que saíram de Aveiras de Cima, onde está concentrado um piquete de greve, tendo conseguido que “tudo funcionasse normalmente”, disse fonte daquela instituição.

Os primeiros cinco camiões-cisterna com matérias perigosas partiram da sede da CLC – Companhia Logística de Combustíveis, em Aveiras de Cima, concelho da Azambuja, distrito de Lisboa, para abastecer o aeroporto.

“A GNR escoltou os motoristas e funcionou tudo normalmente. Correu tudo em ordem”, garantiu.

Mais de uma centena de motoristas estão concentrados em piquete desde a noite de domingo, tendo a greve começado à meia-noite.

Hoje de manhã, cerca das 07:00, o porta-voz dos motoristas de matérias perigosas, o sindicalista Pardal Henriques, acusou associação de transportadores de mercadorias Antram de ter subornado os primeiros motoristas que saíram de Aveiras de Cima para iniciarem funções.

“Os primeiros que saíram foram pessoas subornadas”, disse, indicando que os cinco primeiros motoristas a iniciar funções “entraram por trás [das instalações] para não serem vistos e “saíram escoltados”.

O sindicalista reiterou não ter tido acesso às escalas de motoristas que irão cumprir os serviços mínimos, referindo, no entanto, que vários motoristas acusam colegas de terem saído subornados para não fazerem greve.

Os motoristas cumprem esta segunda-feira o primeiro dia de uma greve marcada por tempo indeterminado e com o objetivo de reivindicar junto da associação patronal Antram o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

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Mais vagas para crianças do pré-escolar no próximo ano letivo

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No próximo ano letivo vão abrir mais 2.200 vagas para crianças do ensino pré-escolar, anunciou o Ministério da Educação, que garante existirem lugares suficientes para a procura, mas nem sempre nos locais pretendidos pelas famílias.

“Para o ano letivo 2020/2021 perspetiva-se a abertura de 88 novas salas na rede pública da educação pré-escolar”, o que representa mais 2.200 vagas para as crianças a partir dos 3 anos, segundo números avançados hoje pelo Ministério da Educação (ME), no dia em que reabriram os estabelecimentos de ensino pré-escolar, depois de dois meses e meio de portas encerradas devido à pandemia de covid-19.

No passado ano letivo abriram 53 novas salas, o que permitiu uma oferta de 1.400 vagas, das quais foram preenchidas 1.325.

O ensino pré-escolar não é de frequência obrigatória, mas o Governo tem apostado na sensibilização das famílias para que inscrevam as crianças, uma vez que reduz o insucesso escolar e a taxa de abandono escolar precoce.

 

Lusa

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