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GNR acaba com festa ilegal no Algarve

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A GNR interrompeu no domingo uma festa ilegal com mais de 200 pessoas em Almancil, no Algarve, cujos promotores tinham sido advertidos para não realizarem o evento privado, promovido nas redes sociais.

Em comunicado, a GNR especificou que os promotores do evento foram “previamente alertados face às medidas em vigor devido à pandemia da covid-19 e advertidos para não realizarem a festa”, tendo a autoridade de saúde emitido parecer negativo para a sua realização, “por não estarem salvaguardadas todas as medidas preventivas, de proteção e segurança exigíveis”.

Apesar de terem sido advertidos, “os organizadores prosseguiram com o evento, tendo os militares da GNR chegado ao local e terminado imediatamente com a festa, ordenando a todas as pessoas que abandonassem o local”, indicou a GNR.

A GNR adiantou que a festa tinha sido amplamente divulgada pela empresa organizadora nas redes sociais, sendo a entrada exclusiva a clientes com reserva de mesa e a localização transmitida apenas 12 horas antes do seu início, contando com diversos artistas convidados.

Os organizadores da festa foram identificados, tendo o processo sido remetido para o tribunal e a GNR elaborado também um auto de contraordenação, uma vez que o evento não dispunha de licença especial de ruído emitida pela Câmara Municipal de Loulé, no distrito de Faro.

A operação dos militares do Destacamento Territorial de Loulé contou com o reforço do Grupo de Intervenção e Ordem Pública (GIOP) e do Grupo de Intervenção Cinotécnico (GIC) da GNR, depois de diversas denuncias a informar a realização da festa.

Lusa

Atualidade

Novembro vai ser um mês muito duro diz António Costa

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O primeiro-ministro anunciou há pouco o confinamento parcial em 121 concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

António costa anunciou o dever cívico de recolhimento domiciliário. É a forma de evitar apanharmos o virús.

Os restaurantes vão passar a encerrar às 22h30h e só poderão ter mesas com 6 pessoas. As lojas encerram às 22h.

As medidas vão entrar em vigor a partir de 4 de novembro . A  reavaliação das novas medidas  vai ser feita de quinze em quinze dias.

António Costa avançou também ter pedido uma audiência a Marcelo Rebelo de Sousa de forma a pedir ao Presidente da República que seja declarado o Estado de Emergência nestas zonas.

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