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Garrafa de cerveja fere cliente num hipermercado em Viana do Castelo

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Uma mulher de 25 anos sofreu ferimentos na cara na sequência da “explosão” de uma garrafa de cerveja que estava numa prateleira de um hipermercado, em Viana do Castelo, disse hoje o pai da vítima.

Em declarações à Lusa, Rui Gonçalves adiantou que o caso ocorreu na quinta-feira, de uma forma “repentina e de todo imprevisível”, quando a filha passava no “corredor das cervejas”.

Segundo Rui Gonçalves, a filha foi atingida pelos “estilhaços” da garrafa, tendo sofrido lesões numa pálpebra, na córnea de um olho e junto ao nariz.

Foi transportada ao hospital de Viana do Castelo e transferida para o de Braga.

Teve alta hospitalar no mesmo dia, mas continua em casa, de baixa.

“O médico disse-lhe para, ao fim de uns dias, consultar um oftalmologista, para ver se ficou com sequelas de visão”, acrescentou.

Rui Gonçalves vai apresentar queixa na PSP, “para que na hora da verdade não fiquem a passar a bola de uns para outros”.

“Alguém terá de assumir a responsabilidade pelo que aconteceu”, referiu.

Contactada pela Lusa, a administração do Hiper confirmou hoje o rebentamento, adiantando que aconteceu “quando a cliente colocava a garrafa em questão no cesto de compras”.

“O processo será agora agilizado pela entidade seguradora, por forma a aferir as causas do incidente e dar o seguimento adequado ao mesmo”, acrescentou.

A administração disse ainda que o INEM foi chamado “de imediato ao local”, pelo responsável de loja, tendo assistido a cliente.

 

Lusa

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Doze pessoas infetadas em surto no hospital de S. José em Lisboa

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Hospital Saúde Médico

Doze pessoas entre doentes e funcionários do hospital de S. José testaram positivo à covid-19, após ter sido identificado na quarta-feira um caso de infeção no serviço de cirurgia, anunciou hoje o hospital.

Segundo João Varandas Fernandes da direção clínica do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, testaram positivo sete doentes, que foram transferidos para o serviço de infeciologia do hospital Curry Cabral, quatro enfermeiros e um assistente operacional.

A presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar, Rosa Valente de Matos, sublinhou que foram ativados todos os procedimentos e que não há motivo para alarme.

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