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Fusão de hospitais no Algarve não beneficiou a região – administradora

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Hospital Saúde Médico

A presidente do Centro Hospitalar do Algarve, Ana Paula Gonçalves, disse ontem na comissão parlamentar que a fusão num centro hospitalar foi feita “sem estudo, com os pés”, aludindo à dispersão geográficas das unidades, como Portimão e Faro e ao “gigantismo da organização”, que torna a gestão “difícil e penosa”.

Ana Paula Gonçalves referiu que o processo teve como consequência “a saída de alguns profissionais que não se reviram no modelo” do Centro Hospitalar.

Numa alusão à falta de recursos humanos, a administradora exemplificou que o Centro Hospitalar e Universitário do Algarve tem 400 médicos especialistas, enquanto os três centros hospitalares de Lisboa têm 3.000 médicos.

O conselho de administração do Centro Hospitalar Universitário do Algarve foi ouvido, a pedido do PSD, “a propósito dos atrasos verificados na realização de exames para doentes oncológicos” e sobre a “suspensão das cirurgias programadas dos Hospitais de Faro e Portimão”.

Atualidade

Parlamento aprova voto de pesar pela morte de criança em Peniche

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O parlamento aprovou hoje um voto de pesar pela morte de Valentina Fonseca, de nove anos, em Peniche, um caso ocorrido em maio, em que o pai é um dos suspeitos do crime.

A comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias aprovou hoje votos de pesar pela morte da criança da autoria do BE, CDS, PSD e PAN e chumbou um voto apresentado pelo deputado do Chega, que não participou na reunião.

Todos os votos manifestam pesar pela morte da criança, tendo sido decidido que haverá um texto comum, dado que os quatro tinham o mesmo objetivo – manifestar pesar e consternação pelo falecimento de Valentina Fonseca.

O voto do deputado do Chega foi chumbado por todos os deputados presentes (do PS, PSD, PCP, BE e a deputada não inscrita Joacine Katar Moreira) pelas referências a em defesa da pena de prisão perpétua.

Valentina, de nove anos, foi dada como desaparecida na manhã do dia 07 de maio, depois de uma denúncia do pai no posto da GNR de Peniche, e encontrada três dias depois num pinhal.

O pai da criança é considerado o autor do crime, de acordo com o juiz de instrução do Tribunal de Leiria, que decretou a prisão preventiva ao homem e à madrasta da menina em 13 de maio.

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