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Atualidade

Fuga de gás normalizada. Funcionários já regressaram à Câmara do Porto

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Os trabalhadores da Câmara do Porto, hoje obrigados a sair do edifício devido a uma fuga de gás, já regressaram e “o problema está resolvido”, disse à Lusa fonte dos Sapadores Bombeiros.

“A fuga de gás aconteceu, mas está resolvida. Já não há perigo e as pessoas já regressaram ao edifício”, indicou o Batalhão de Sapadores Bombeiros, pelas 10:15, depois de, pelas 09:50, ter revelado que a Câmara do Porto tinha sido evacuada “por precaução” devido a uma “pequena fuga de gás” numa obra nas imediações.

António Campos, elemento dos Sapadores Bombeiros que esteve no local a chefiar os trabalhos, explicou que “o alerta foi dado às 09:31” e que o edifício foi “evacuado, por precaução, devido a uma fuga de gás que resultou da manutenção de uma caixa de gás” situada junto ao imóvel.

Os trabalhos de manutenção estavam a ser feitos por uma empresa, explicou a mesma fonte.

No local, acrescentou, estiveram 17 elementos e cinco viaturas dos bombeiros, para além da Polícia Municipal.

A Lusa constatou no terreno que as viaturas dos bombeiros ocuparam a via mais à esquerda junto aos Paços do Concelho, dificultando a circulação de trânsito nas imediações.

Atualidade

Porto e Gaia querem tabuleiro inferior da Ponte Luís I sem trânsito automóvel

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Foto: Wikipédia

As câmaras do Porto e de Gaia abandonaram a ideia de colocar passadiços no exterior do tabuleiro inferior da Ponte Luís I, que liga os dois municípios, e defenderam a exclusão do trânsito automóvel.

Numa sessão dedicada às pontes entre Porto e Gaia, no âmbito do Ciclo “Inovação Fora de Portas – Engenharia Civil à Mostra”, no Porto Innovation Hub, o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, revelou que o projeto está “parado e abandonado”, acrescentando que “não chegou a ir a Conselho de Cultura”, dado que chumbaria se tal sucedesse.

Quando foi anunciado, em 2015, o projeto previa a construção de dois passeios de dois metros do lado de fora do tabuleiro inferior da Ponte Luís I.

A construção dos passadiços suspensos custaria cerca de 600 mil euros e necessitaria da autorização da Direção Regional da Cultura do Norte. Contudo, as autoridades competentes do património levantaram dúvidas quanto a esta pretensão.

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