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Fuga de gás normalizada. Funcionários já regressaram à Câmara do Porto

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Os trabalhadores da Câmara do Porto, hoje obrigados a sair do edifício devido a uma fuga de gás, já regressaram e “o problema está resolvido”, disse à Lusa fonte dos Sapadores Bombeiros.

“A fuga de gás aconteceu, mas está resolvida. Já não há perigo e as pessoas já regressaram ao edifício”, indicou o Batalhão de Sapadores Bombeiros, pelas 10:15, depois de, pelas 09:50, ter revelado que a Câmara do Porto tinha sido evacuada “por precaução” devido a uma “pequena fuga de gás” numa obra nas imediações.

António Campos, elemento dos Sapadores Bombeiros que esteve no local a chefiar os trabalhos, explicou que “o alerta foi dado às 09:31” e que o edifício foi “evacuado, por precaução, devido a uma fuga de gás que resultou da manutenção de uma caixa de gás” situada junto ao imóvel.

Os trabalhos de manutenção estavam a ser feitos por uma empresa, explicou a mesma fonte.

No local, acrescentou, estiveram 17 elementos e cinco viaturas dos bombeiros, para além da Polícia Municipal.

A Lusa constatou no terreno que as viaturas dos bombeiros ocuparam a via mais à esquerda junto aos Paços do Concelho, dificultando a circulação de trânsito nas imediações.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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