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Força Aérea alvo de tentativas de ciberataque – CEMFA

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Foto: Facebook Força Aérea Portuguesa

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Nunes Borrego, admitiu hoje que o ramo foi alvo de “alguns ataques” cibernéticos durante o período da pandemia de covid-19, não disse quantos, mas foram evitados.

Na reunião de hoje da comissão parlamentar de Defesa Nacional, sobre a participação da Força Aérea Portuguesa (FAP) no combate à covid-19, Nunes Borrego foi questionado sobre a ciberdefesa nesta fase de pandemia, em que foram feitos vários alertas quanto a potenciais ataques.

“Temos tido alguns ataques, mas face à destreza do nosso pessoal temos conseguido evitar esses ataques. Mas não deixam de existir, claro”, afirmou, sem avançar mais pormenores sobre o assunto.

O chefe da Força Aérea afirmou que, com parte do pessoal em teletrabalho, foram distribuídas instruções sobre os cuidados a ter na utilização da internet, nomeadamente com o ‘fishing’, a tentativa de obter dados por meios informáticos, um email, por exemplo.

A Força Aérea teve, ao longo da pandemia, 21 militares infectados, 16 dos quais já estão curados, e nenhum deles precisou de internamento, precisou.

O general Nunes Borrego afirmou que o ramo tem enfrentado o combate à covid-19 como se “um cenário de guerra” se tratasse, no caso química.

E recordou que a sua ação começou ainda em fevereiro, participando no repatriamento de cidadãos portugueses e brasileiros da China ou pela cedência de camas e instalações.

 

Lusa

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Novembro vai ser um mês muito duro diz António Costa

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O primeiro-ministro anunciou há pouco o confinamento parcial em 121 concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

António costa anunciou o dever cívico de recolhimento domiciliário. É a forma de evitar apanharmos o virús.

Os restaurantes vão passar a encerrar às 22h30h e só poderão ter mesas com 6 pessoas. As lojas encerram às 22h.

As medidas vão entrar em vigor a partir de 4 de novembro . A  reavaliação das novas medidas  vai ser feita de quinze em quinze dias.

António Costa avançou também ter pedido uma audiência a Marcelo Rebelo de Sousa de forma a pedir ao Presidente da República que seja declarado o Estado de Emergência nestas zonas.

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