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Fogo que deflagrou em Oliveira de Frades continua “bastante ativo”

O incêndio deflagrou na segunda-feira, às 11:24, na localidade de Antelas, freguesia de Arcozelo das Maias, concelho de Oliveira de Frades, no distrito de Viseu.

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Incendio floresta

O incêndio que deflagrou na segunda-feira em Oliveira de Frades continuava, cerca de 24 horas depois, “bastante ativo”, com o vento a ser o “pior inimigo” do combate, disse o comandante distrital de Operações de Socorro de Viseu.

“A cabeça de fogo está, neste momento, no concelho de Águeda e no concelho de Sever do Vouga”, no distrito de Aveiro, explicou Miguel David à agência Lusa, por volta das 11:15.

No concelho de Oliveira de Frades, distrito de Viseu, “a situação ainda está com bastante atividade, pese embora a parte mais ativa do incêndio esteja do outro lado”.

Segundo o responsável, “o vento tem sido o pior inimigo na estratégia de combate, obrigando a permanentes redefinições”.

A prioridade dos bombeiros está a ser “a defesa perimétrica de algumas aldeias” dos concelhos de Sever do Vouga e de Águeda, e “o confinamento de pessoas nessas aldeias, considerando que estão na linha de propagação do incêndio”.

Miguel David explicou que “o terreno é bastante complexo, com uma orografia bastante acentuada, com muito afloramento rochoso”, que muitas vezes impede as operações de combate.

Tal obriga “a permanente reposicionamento e redefinição da estratégia”, explicou, acrescentando que as cinco máquinas de rasto que estão no terreno têm sido “um aliado importante”.

No combate às chamas estavam, às 12:00, 766 operacionais, apoiados por 234 veículos terrestres e 15 meios aéreos, de acordo com a página da Proteção Civil.

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Treinador do Benfica acusa políticos de usar “máscara” diferente para o futebol

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Jorge Jesus, acusou hoje “os políticos” de usar “uma máscara” diferente para o futebol, em relação aos outros setores de atividade, ao defender o regresso dos espetadores aos estádios.

A finalizar a conferência de imprensa de lançamento da partida de sábado, da I Liga, frente ao Moreirense, para a qual o Benfica vai convidar 20 sócios para assistir na tribuna, o técnico disse não saber “qual é a máscara que eles [políticos] põem” para o futebol, “a atividade que melhor soube trabalhar e conviver com o vírus”, e afirmou que é preciso “ser realistas e ter só uma máscara para a covid-19”.

“Com todo o respeito pela Direção-Geral da Saúde, não entendo porque não há espetadores no futebol. Essa conversa de as pessoas que estão no futebol ser diferente do cinema, do teatro, da festa do Avante!, ainda bem. Fiquei todo feliz por haver festa do Avante! Quem consegue ter um controlo da organização como aconteceu e como qualquer clube em Portugal pode fazer, e tivemos agora o exemplo da Supertaça europeia, não entendo como é que no Estádio da Luz não podem estar 15 ou 20 mil pessoas”, comparou Jorge Jesus.

O antigo treinador do Flamengo considerou que “temos de viver” com a nova realidade do vírus “ou então vamos todos um ano para casa e ficamos todos malucos”, antes de lembrar que, no Brasil, “daqui a duas semanas já têm 20 mil pessoas dentro do estádio” e concluir que em Portugal se está “a inventar aquilo que não tem nada de inventar”.

O Benfica recebe o Moreirense no sábado, às 18:30, num encontro da 2.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol onde vai tentar dar seguimento ao bom arranque de campeonato conseguido com a vitória por 5-1, no terreno do Famalicão, na jornada inaugural.

 

Lusa

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