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Final da Volta a Portugal em bicicleta condiciona trânsito e estacionamento no Porto

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Porto Rio Douro

A final da Volta a Portugal em bicicleta, com a consagração dos vencedores na Avenida dos Aliados, no Porto, vai causar entre sábado e domingo condicionamentos no trânsito e estacionamento.

Segundo o gabinete de comunicação da autarquia, os condicionamentos vão ser feitos de forma faseada, começando a partir das 22:00 de sábado e terminando à mesma hora de domingo.

Dado esses serem essencialmente feitos na zona central da cidade, a autarquia aconselha as pessoas a optarem pelos transportes públicos para melhor chegaram à baixa do Porto e apreciarem com “maior comodidade e segurança” a prova.

“Todos os condicionamentos de trânsito estão sujeitos a acompanhamento policial, podendo ser antecipados ou adiados, alargados ou reduzidos, consoante indicação das autoridades policiais”, lê-se numa informação anexa ao comunicado.

Para informação pormenorizada, a câmara tem à disposição uma linha telefónica de apoio (936 780 184) e um e-mail (voltaaportugal@cm-porto.pt).

As cidades de Vila Nova de Gaia e do Porto acolhem no domingo a etapa final da 81.ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, num contrarrelógio individual de 19,5 quilómetros que terminará na Avenida dos Aliados, palco da consagração dos vencedores.

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Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

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Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

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