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Fim de semana com chuva e descida da temperatura

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As temperaturas de outono vão chegar a Portugal continental a partir de domingo, dia em que se prevê uma descida da máxima de 3 a 6 graus Celsius e chuva, disse à Lusa o meteorologista Ricardo Tavares.

Para hoje ainda está previsto céu pouco nublado ou limpo, vento moderado e temperaturas que em alguns locais ainda vão rondar os 30 graus, disse o especialista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

“Para amanhã [sábado] já vamos ter uma alteração significativa. Está previsto céu muito nublado com possibilidade de ocorrência de aguaceiros e trovoadas, em especial nas regiões Centro e Sul durante a tarde, e uma ligeira descida das temperaturas”, disse.

No domingo, segundo Ricardo Tavares, as temperaturas, em especial a máxima vão sofrer uma descida significativa.

“Devido à passagem de uma superfície frontal fria, no domingo vamos ter chuva e uma descida da temperatura de 3 a 6 graus. Na segunda-feira vamos ter uma nova descida de 2 a 4 graus. Na soma dos dois dias e em alguns casos a descida poderá chegar aos 10/12 graus, mas na generalidade do território será de 6/7 graus”, indicou.

Segundo o meteorologista, na segunda-feira a precipitação vai estender-se a todo o território do continente.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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