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Figueira da Foz: Dois mortos e dois feridos em atropelamento

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Um atropelamento rodoviário que ocorreu na noite de segunda-feira em Pedros, no Figueira da Foz, causou dois mortos e dois feridos.

Os pormenores foram dados por fontes do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra e a GNR, citadas pela Lusa: “Três pessoas foram atropeladas na Estrada Nacional 109 em Pedros, freguesia do Bom Sucesso, Figueira da Foz. Temos a registar duas vítimas mortais, um homem, de 48 anos, e uma mulher, de 19 anos, e uma jovem de 12 anos que sofreu ferimentos graves e foi transportada para o Hospital Pediátrico de Coimbra”.

O condutor da viatura foi transportado ao Hospital da Figueira da Foz, com ferimentos ligeiros.

As autoridades estiveram a recolher indícios para apurar as causas da ocorrência.

 

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Produção de azeite pode parar no Alentejo por falta de capacidade para armazenar bagaço

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A apanha de azeitona e a produção de azeite correm o risco de parar e o setor olivícola pode colapsar no Alentejo por falta de capacidade das fábricas da região para armazenar bagaço proveniente dos lagares.

“Esta semana provavelmente, o mais tardar na semana que vem, vai haver um colapso no setor”, porque a apanha de azeitona e a produção de azeite “vão ter que parar”, já que “não há espaço para colocar o bagaço de azeitona produzido pelos lagares” do Alentejo, disse hoje à agência Lusa Aníbal Martins, vogal do conselho de administração da CONFAGRI – Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas e do Crédito Agrícola de Portugal.

Segundo o responsável, as três unidades do Alentejo que transformam bagaço de azeitona proveniente dos lagares da região “têm praticamente esgotada a sua capacidade estática de armazenamento” daquele subproduto resultante da produção de azeite.

Devido ao aumento da produção de azeitona e às condições climatéricas (falta de chuva) “favoráveis à apanha rápida de azeitona”, tem chegado azeitona “em maiores quantidades e mais rapidamente aos lagares” e “um volume inusitado” de bagaço de azeitona para ser transformado nas três unidades, explicou.

Apesar de trabalharem 24 horas por dia durante 11 meses, as três unidades, duas no concelho de Ferreira do Alentejo e uma no concelho de Alvito, têm os tanques de armazenagem “praticamente cheios e a atingir a rutura” e “não havendo onde por o bagaço terá forçosamente de parar a apanha de azeitona e a produção de azeite”, disse.

Aníbal Martins, que também é presidente da FENAZEITES – Federação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Olivicultores e gerente da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (UCASUL), a dona da unidade de Alvito, alertou que a paralisação do setor, a verificar-se, “poderá provocar prejuízos incalculáveis aos agricultores e às empresas ligadas ao setor”.

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