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Federação Colombiana anuncia saída do treinador português Carlos Queiroz

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Foto: Facebook Carlos Queiroz

O português Carlos Queiroz já não é o treinador da Colômbia, anunciou a Federação Colombiana de Futebol (FCF), após as derrotas contra Uruguai e Equador na qualificação para o Campeonato do Mundo de 2022.

A FCF “e o diretor técnico Carlos Queiroz concordaram com a não continuidade do treinador à frente da seleção”, pode ler-se no comunicado datado de terça-feira.

“Para a FCF foi um orgulho tê-lo durante quase dois anos, nos quais nos brindou com toda a sua capacidade de trabalho, conhecimento e experiência”, salienta a federação na nota.

“A contribuição que nos deixa servirá para continuar o desenvolvimento dos projetos que estão a ser levados a cabo com todas as seleções do nosso país”, acrescenta.

Queiroz, de 67 anos, antigo treinador de 67 anos do Real Madrid e da seleção nacional portuguesa, que assumiu o cargo em fevereiro de 2019, sai após duas pesadas derrotas contra o Uruguai (0-3) em casa e depois no Equador (6-1), a pior derrota em quatro décadas para a Colômbia.

Além do Real Madrid (2003-2004) e da seleção portuguesa (1991-1993 e 2008-2010), Queiroz foi adjunto de Alex Ferguson no Manchester United (2002-2003 e 2004-2008) e também treinou o Sporting (1993-1996), os Emiratos Árabes Unidos (1997-1999) e a África do Sul (2000-2002).

A Colômbia ainda não anunciou o sucessor de Carlos Queiroz.

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Desporto

Dakar2021: Peterhansel vence a prova pela 14.ª vez

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Foto: Facebook Dakar Rally

O francês Stéphane Peterhansel (Mini) conquistou hoje, pela 14.ª vez na carreira, o rali Dakar de todo-o-terreno, após a 12.ª e última etapa da categoria de carros da 43.ª edição da prova, vencida pelo espanhol Carlos Sainz (Mini).

O piloto madrileno concluiu os 225 quilómetros cronometrados em 2:17.33 horas, deixando o catari Nasser Al-Attyiah (Toyota) em segundo, a 2.13 minutos, com Peterhansel a ser o terceiro classificado, a 2.53 minutos.

Peterhansel, que vencera as edições de 1991, 1992, 1993, 1995, 1997 e 1998 em motas, somou este triunfo em carros aos já conseguidos nos anos de 2004, 2005, 2007, 2012, 2013, 2016 e 2017, concluindo a prova em 44:27.11 horas, menos 14.51 minutos do que Al-Attyiah, que foi segundo, apesar de ter vencido seis etapas.

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