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Desporto

FC Porto fala num dos momentos baixos da história recente do futebol

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O FC Porto condenou os insultos racistas ao maliano Moussa Marega no encontro frente ao Vitória de Guimarães, considerando-os como um “dos momentos baixos da história recente do futebol português”.

O avançado pediu para ser substituído, ao minuto 71 do jogo da 21.ª jornada da I Liga, por alegados cânticos racistas dos adeptos da formação vimaranense, numa altura em que os ‘dragões’ venciam por 2-1, resultado com que terminaria o encontro.

“O FC Porto repudia e condena veementemente os comportamentos racistas desta tarde, que constituem um dos momentos baixos da história recente do futebol português e terão de ser devidamente penalizados”, lê-se num comunicado do FC Porto.

Os ‘dragões’ garantem que “toda a estrutura do FC Porto e os seus adeptos estão solidários com Moussa Marega, que foi levado a tomar uma atitude drástica na sequência de insultos racistas reiterados”.

“O FC Porto manter-se-á na linha da frente da luta contra o racismo e os crimes de ódio e a sua equipa mantém a vontade de continuar a combatê-los no campo”, concluiu o clube.

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Benfica, FC Porto e Sporting com perdas de 27 ME mês – especialist​​​​​​a

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Benfica, FC Porto e Sporting podem perder mais de 27 milhões de euros por cada mês de paragem do futebol devido à pandemia de covid-19, estimou à agência Lusa o especialista de gestão desportiva Alfredo Silva.

Segundo o professor da Escola Superior de Desporto de Rio Maior Alfredo Silva, coordenador da licenciatura de Gestão das Organizações Desportivas, as perdas para os denominados ‘três grandes’ podem chegar a esses valores somando as três “áreas de negócio” mais relevantes em termos de receitas.

Se na bilheteira pode existir “uma perda real mensal de 4,3 milhões de euros”, números ponderados com os mais de 3,5 milhões de espetadores que assistiram a jogos da I Liga em 2018/19, a maior fatia dos quais em torno destes três rivais, os valores sobem muito mais quando se fala de transmissões televisivas.

Com o campeonato parado, não só os adeptos não podem marcar presença nos estádios, como não conseguem assistir às partidas em casa, através da televisão.

Nesse cenário, e assumindo uma paragem de um mês, as perdas com a distribuição televisiva das partidas, bem como outros conteúdos relacionados, originariam “uma perda de 17 milhões de euros” para os três clubes.

O outro eixo de perdas possíveis prende-se com os patrocínios e outros contratos de publicidade, que podem “ser mitigadas” para os clubes, mas acabam por afetar mais “as empresas e marcas patrocinadoras”.

“Os contratos poderão ser renegociados, facto que pode originar [para os clubes] perdas mensais de seis milhões de euros”, acrescenta o docente universitário.

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