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Fãs prestam homenagem a Cameron Boyce no Instagram

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A última fotografia que Cameron Boyce partilhou no Instagram, a preto e branco, depressa reuniu milhões de reações.

 

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@i_d

Uma publicação partilhada por Cameron Boyce (@thecameronboyce) a

Na imagem partilhada sábado, poucas horas de morrer, vê-se a cara do ator de perfil, numa imagem tirada em 2018, para uma entrevista à revista “ID”. Este é o ponto escolhido por milhares de fãs, para deixarem um última mensagem a Boyce, que morreu, este domingo, durante o sono.

Famoso pelas interpretações no filme da Disney Channel “Os descendentes” e na série “Jessie” do mesmo canal, Cameron Boyce, de 20 anos, terá sofrido uma convulsão.

A família do jovem já confirmou o óbito. “É com o coração profundamente pesado que damos conta de que perdemos o Cameron. Faleceu durante o sono devido a uma convulsão, resultado de uma condição médica para a qual estava a ser tratado. O Mundo agora está, sem dúvida, sem uma de suas mais brilhantes luzes, mas o seu espírito viverá como reflexo da bondade e da compaixão”, declarou um porta-voz.

Natural de Los Angeles, Cameron estreou-se aos 9 anos no filme “Mirrors”.

Nas redes sociais, a Disney Portugal classificou o jovem como “um ator incrível, uma pessoa extraordinariamente solidária e atenta”.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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