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Farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira

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As farmácias vão parar 23 minutos esta quarta-feira, das 15 horas às 15h23, para sensibilizar o Estado para o pagamento de serviços prestados gratuitamente, principalmente durante a pandemia da covid-19.

Nesse período a plataforma informática de dispensa das receitas eletrónicas ficará inativa, mas Manuela Pacheco, presidente da Associação de Farmácias de Portugal, garante que a paragem não vai comprometer a prestação de serviços aos utentes. Segundo a responsável, o objetivo é «sensibilizar» para a situação «de risco» das farmácias e reivindicar medidas que possam «garantir a sua sobrevivência».

Em declarações à Rádio Observador, Manuel Pacheco adiantou que as farmácias tiveram 12 mil processos de utentes que não podiam dirigir-se aos hospitais e que precisavam de medicação e, por isso, assumiram uma dívida de 76 milhões de euros para garantir acesso a medicamentos.

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Presidente brasileiro tem Covid-19

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O Presidente do Brasil, disse hoje que está infetado com o novo coronavírus, um dia depois de relatar sintomas e realizar um teste num hospital Militar, em Brasília.

Numa comunicação via Facebook, Bolsonaro confirmou o resultado positivo do teste e adiantou que fez uma radiografia e que o pulmão “estava limpo”.

O Presidente já havia informado a apoiantes que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,62 milhões de casos e 65.487 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

Lusa

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