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Atualidade

Facebook ainda não está a 100%

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Facebook Telemóvel

Desde as 15 horas desta quarta-feira e até ao momento, o Facebook ainda não explicou o que aconteceu, mas garante que não se tratou de um ataque cibernético.

A última justificação da rede social foi dada no Twitter, esta quarta-feira, pelas 19h00 (hora local).

De acordo com o Sapo Tek trata-se do maior “apagão” da sua história e ainda não foi completamente resolvido.

Apesar de estarem quase restauradas, as redes sociais Facebook, Instagram e até o WhattsApp registaram a mais longa duração de problemas de acesso de sempre. Ao fim de quase 20 horas desde as primeiras queixas, por volta das 15 horas desta quarta-feira, ainda continuam a ser registadas anomalias, um pouco por todo o mundo.

Segundo a BBC, é preciso regressar a 2008 para comparar a mais grave falha do Facebook desde que se tornou a rede social mais popular do mundo. A diferença é que nessa altura o Facebook tinha “apenas” 150 milhões de utilizadores, e não tinha na sua família as restantes redes sociais. Atualmente, a comunidade afetada é de 2.300 milhões de utilizadores mensais.

Olhando para o mapa global do DownDetector, em Portugal as queixas de utilizadores dizem respeito a Lisboa, principalmente, e já quase sem queixas o Porto. No resto da Europa, Madrid, Barcelona, Paris e Londres, são algumas das regiões afetadas.

Atualidade

Espanha não consegue formar governo e avança para eleições

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Espanha bandeira

Os espanhóis vão às urnas dia 10 de novembro para as quartas eleições legislativas no espaço de quatro anos, depois de as de 2015, 2016 e 2019 não terem resultado num governo de maioria absoluta, nem num governo com apoios sólidos para conseguir cumprir uma legislatura até ao fim.

Após dois dias de consultas com os partidos espanhóis, face à aproximação do próximo dia 23, data limite para se chegar a um acordo de governo, o rei Felipe VI decidiu não convidar Pedro Sánchez a apresentar-se novamente ao debate de investidura como primeiro-ministro de Espanha. O líder do PSOE e chefe do governo em funções foi o último a ser recebido, nesta terça-feira à tarde, pelo monarca espanhol.

No comunicado divulgado pela Casa Real, depois de o rei se ter reunido com a presidente do Parlamento, Meritxell Batet, lê-se que Felipe VI “constatou que não existe um candidato que tenha os apoios necessários para que o Congresso dos Deputados, se for o caso, lhe outorgue a sua confiança. [Assim sendo] não formula uma proposta de candidato à presidência do governo. Todos os efeitos previstos no artigo 99.º da Constituição”. Formalmente, o prazo para uma investidura não termina nesta terça-feira, mas na próxima segunda-feira, dia 23, à meia-noite.

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