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Fábrica Mendes Gonçalves na Golegã tem 14 pessoas infetadas com covid-19

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Foto: Facebook Paladin

A fábrica Mendes Gonçalves, na Golegã, conta com um total de 14 funcionários infetados com covid-19, na sua maioria assintomáticos ou com leves sintomas, tendo os restantes 304 trabalhadores testado negativo.

Em comunicado, a empresa, dona da marca de temperos Paladin e a maior empregadora do concelho da Golegã, no distrito de Santarém, afirma que reabriu hoje depois da operação de higienização e desinfeção realizada ao longo do dia de quarta-feira.

A Mendes Godinho encerrou as suas instalações voluntariamente na passada terça-feira, quando teve confirmação dos primeiros casos positivos de covid-19, tendo testado nesse dia um total de 318 funcionários.

“Após a testagem, e apurados os resultados, a Mendes Gonçalves anuncia hoje os números finais contabilizando 14 casos positivos, na sua maioria assintomáticos ou com leves sintomas e dentro das linhas de contacto já identificadas nos primeiros casos, e um total de 304 casos negativos”, descreve a nota.

A Mendes Gonçalves tem um total de 348 funcionários, 30 dos quais se encontram atualmente de baixa ou férias, mas que serão igualmente testados assim que regressarem à atividade.

A empresa criou Linhas Telefónicas de Apoio à Família Mendes Gonçalves “para estar em contacto direto com os seus colaboradores e assim poder ajudar a dar resposta a todas as dúvidas ou questões que estes possam vir a ter”.

Por outro lado, está a “acionar equipas de apoio aos colaboradores que se encontram em isolamento para entrega de medicamentos, refeições, compras variadas ou algo mais de que necessitem”.

A empresa destaca as medidas adotadas desde março, logo no início da pandemia, como a distribuição de material de proteção individual a todos os colaboradores, medição de temperatura à entrada do local de trabalho, teletrabalho para todos os que pudessem assegurar as suas funções remotamente, desfasamento de turnos, higienização dos espaços, entre outras.

“Estas medidas foram implementadas em tempo útil e seguidas com o maior dos cuidados, o que, acreditamos, se verificou determinante para ultrapassarmos seis meses sem registar nenhum caso positivo de covid-19 numa equipa que integra 348 colaboradores, e não obstante o progressivo aumento de casos na região”, acrescenta.

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PAN afirma que Governo pondera confinamento geral em dezembro

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O PAN afirmou hoje que o Governo pondera decretar confinamento geral na primeira quinzena de dezembro para preservar o período de Natal, mas adiantou que essa medida não é certa e requer vigência do estado de emergência.

Esta eventual medida a tomar pelo Governo foi transmitida aos jornalistas pelo porta-voz do PAN (Pessoas Animais Natureza), André Silva, no final da reunião com o primeiro-ministro, António Costa, destinada a discutir medidas de combate à covid-19 que possam sair do Conselho de Ministros extraordinário deste sábado.

André Silva disse que a possibilidade de se repetir um confinamento geral, tal como aconteceu em março e abril, durante a primeira metade de dezembro, “foi aflorada em termos de fim de gradualismo, ou como uma medida mais restritiva”.

“Na opinião do primeiro-ministro, se for o caso, essa medida procura antecipar ou prever aquilo que poderá ser um impacto enorme ao nível do Natal, fazendo com que as pessoas fiquem mais consciencializadas e reduzam os contactos. É preciso que se chegue ao Natal com a possibilidade de juntar a família”, justificou.

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