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Exercício europeu Cascade19 será o maior realizado em Portugal

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Foto: Facebook Proteção Civil

Portugal vai acolher o exercício europeu de proteção civil Cascade 19, o maior de sempre em território nacional. Vai-se realizar entre 28 de maio e 1 de junho e conta com a participação de cinco países.

Organizado pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil vai mobilizar mais de 600 operacionais de Portugal, Alemanha, Bélgica, Croácia, Espanha e França.

O exercício decorrerá nos distritos de Aveiro, Évora, Lisboa e Setúbal, em cerca de 20 localidades e abrangendo mais de 60 cenários distintos.

Segundo um comunicado da Proteção Civil, entre os cenários estão “condições meteorológicas adversas, como precipitação muito intensa no distrito de Aveiro, e um evento sísmico nos distritos de Évora, Lisboa e Setúbal, com uma série de ocorrências em cascata, como cheias, poluição marítima, ruturas de barragens, acidentes químicos, colapso de estruturas, acidentes ferroviários e rodoviários, e incêndios urbanos, cujas consequências são danos materiais avultados e um número significativo de vítimas mortais”.

O Cascade 19 visa treinar a resposta internacional na sequência do acionamento do Mecanismo de Proteção Civil da União e, simultaneamente, a resposta interna a emergências de elevada complexidade.

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Fogo de Vila de Rei e Mação dominado em 90% e sem frentes ativas

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O incêndio que deflagrou no sábado em Vila de Rei e que afeta também Mação está dominado em 90% e não apresenta frentes ativas, mas a tarde pode voltar a trazer dificuldades.

O comandante do Agrupamento Distrital do Centro Sul, Belo Costa, afirmou hoje, na conferência de imprensa das 08:00, que o incêndio está dominado em 90%, sem qualquer frente ativa, mas com vários “pontos quentes preocupantes” (pontos com combustão lenta e sem propagação).

Apesar de um quadro favorável na manhã para o combate às chamas, Belo Costa recordou que, tal como nos dias anteriores, a tarde avizinha-se complicada, com o aumento da temperatura e do vento e a redução da humidade relativa.

“É contra essa ameaça que vamos trabalhar toda esta manhã”, vincou o comandante, que falava aos jornalistas na Escola Secundária da Sertã.

Segundo Belo Costa, o combate está focado em “aproveitar as boas oportunidades” durante a manhã, com a intensificação do trabalho de maquinaria pesada (que também esteve a trabalhar durante a noite) e com forças apeadas da GNR e da Força Especial da Proteção Civil por forma a resolver “os tais 10% de perímetro que falta consolidar para garantir a resolução deste incêndio”, estando também a ser realizadas manobras de fogo tático esta manhã.

Caso as condições se agravem e os operacionais não consigam, em tempo útil, dominar os 10% que faltam de perímetro de incêndio poderão surgir “situações menos agradáveis”, o que justifica o trabalho de retaguarda, explicou.

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