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Estarreja, Ovar, Mealhada, Figueira da Foz e Torres Vedras sem corsos de Carnaval em 2021

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Os corsos carnavalescos de Estarreja, Ovar, Mealhada, Figueira da Foz e Torres Vedras não vão realizar-se no próximo ano, devido à pandemia de covid-19, anunciou hoje a Rede de Cidades de Carnaval da Região Centro.

Os municípios que integram a rede concluíram que, “com base nos dados atualmente disponíveis, não há condições para realizar o Carnaval 2021 nos moldes habituais, nomeadamente os corsos carnavalescos”, refere um comunicado hoje divulgado, após uma reunião realizada hoje em Ovar, no distrito de Aveiro.

A decisão tem como objetivo evitar ajuntamentos de pessoas e promover o distanciamento social.

Contudo, as organizações destes cinco carnavais “pretendem realizar iniciativas para assinalar o evento”, aguardando por orientações da Direção-Geral da Saúde (DGS), à qual já pediram uma reunião.

A Rede de Cidades de Carnaval da Região Centro vai insistir com a reunião junto da DGS, “para que os carnavais se possam organizar e planear as iniciativas possíveis para assinalar a época carnavalesca de 2021”.

A rede decidiu ainda “trabalhar na dinamização conjunta de uma iniciativa carnavalesca que envolva os cinco carnavais e promova os respetivos territórios”.

A Rede de Cidades de Carnaval da Região Centro foi criada em 2017, após um entendimento entre os cinco municípios, para haver cooperação intermunicipal, promoção turística, implementação de um produto turístico integrado e captação de financiamentos.

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Novembro vai ser um mês muito duro diz António Costa

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O primeiro-ministro anunciou há pouco o confinamento parcial em 121 concelhos com mais de 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias.

António costa anunciou o dever cívico de recolhimento domiciliário. É a forma de evitar apanharmos o virús.

Os restaurantes vão passar a encerrar às 22h30h e só poderão ter mesas com 6 pessoas. As lojas encerram às 22h.

As medidas vão entrar em vigor a partir de 4 de novembro . A  reavaliação das novas medidas  vai ser feita de quinze em quinze dias.

António Costa avançou também ter pedido uma audiência a Marcelo Rebelo de Sousa de forma a pedir ao Presidente da República que seja declarado o Estado de Emergência nestas zonas.

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