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“Está na altura da banca também dar alguma coisa à economia” – Catarina Martins

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A coordenadora bloquista, Catarina Martins, considerou este domingo que “está na altura da banca também dar alguma coisa à economia” devido à pandemia da covid-19, defendendo a imposição de regras tal como está a acontecer com outros setores.

Em entrevista à RTP, Catarina Martins considerou que, em termos de respostas no âmbito da economia, “a principal preocupação tem que ser proteger o emprego”.

“É preciso olhar para aqueles setores que têm um grande peso nos custos das empresas, das pequenas empresas e eles têm que ser chamados a contribuir: os custos de energia, as rendas e a banca”, defendeu.

Na perspetiva da líder bloquista, “o sistema financeiro não pode ficar simplesmente na posição do intermediário do crédito” durante a resposta a esta crise, pedindo “moratórias às hipotecas e suspensão das prestações bancárias que as empresas estão a pagar”.

“Toda a economia portuguesa tem pago milhares de milhões à banca, está na altura da banca também dar alguma coisa à economia”, reivindicou.

Garantindo que o BE tem “toda a solidariedade com o Governo” por saber que “este é um momento difícil”, para Catarina Martins é evidente que não se pode “estar a tentar negociar com a banca”.

“É preciso impor-lhes regras, como se impõe a outros setores da economia. Se nós não impusermos regras ao sistema financeiro, então a economia e as empresas não vão ter capacidade de manter o emprego”, justificou.

Catarina Martins enalteceu haver “empresas e empresários que estão a fazer o que podem e o que não podem para manter emprego”, mas lamentou haver “empresas que a primeira coisa que fizeram foi despedir todos os precários que puderam”.

“Quem pense que neste momento é mais fácil despedir, pense duas vezes. Se todas as empresas fizerem o mesmo, quando este surto passar e estivermos em crise económica nenhuma empresa vai conseguir pôr-se de pé outra vez, porque não há ninguém com salário para ser cliente”, advertiu.

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Jovem de Melgaço cai ao rio minho

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Foto:Wikipédia

As buscas para encontrar um jovem que caiu ao rio Minho, na terça-feira, em Melgaço, são retomadas nesta quinta-feira, às 08:00, com apoio de dois meios aéreos espanhóis, informou o capitão do porto de Caminha.
O capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha, Pedro Costa, explicou à Lusa que aqueles meios aéreos serão garantidos pela Guardia Civil e pela Agência de Emergência Galega 112 (Axega).

Na terça-feira, o jovem de 26 anos “escorregou e caiu” quando “passeava” junto ao rio internacional, na freguesia de Remoães, no concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo.

As buscas a realizar na quinta-feira, no troço internacional do rio Minho, vão contar com a participação de Pedro Costa, com três embarcações, duas espanholas e uma da PM de Caminha. Em terra, nas duas margens, as operações envolverão meios dos bombeiros voluntários de Melgaço e da Guardia Civil espanhola.

Segundo Pedro Costa, estas operações vão mobilizar mais de 20 operacionais dos dois países.

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