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Está em marcha um despedimento coletivo em empresa de cruzeiros do Douro – Fectrans

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Navio cruzeiro

A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) denunciou hoje que “está em marcha” um despedimento coletivo na empresa de cruzeiros do Douro Scenic – Luxury Cruises & Tours Australia, representada pela empresa Waratah,Unipessoal, Lda.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Fectrans indica que esta empresa opera no rio Douro com dois navios, o Scenic Azure e o Emerald Radiance, com um total de 160 trabalhadores.

A administração “esquece-se” que mesmo em estado de emergência nacional, tem de respeitar a lei e está a tratar este assunto por sms, telefone ou ‘email’, pode ler-se no comunicado.

O Sindicato dos Trabalhadores da Marinha Mercante, Agências de Viagens, Transitários e Pesca (SIMAMEVIP), que integra a Fectrans, está a intervir na defesa dos trabalhadores confrontados com o despedimento coletivo, porque quando “as dificuldades aparecem os trabalhadores são, quase sempre, carne para canhão”, pelo que “importa é garantir os interesses patronais”, refere o comunicado.

A Fectrans adianta ainda que perante a pandemia de covid-19, a preocupação imediata é “a defesa da saúde de cada trabalhador”, necessária para o normal funcionamento das empresas, embora a mobilização sindical se tenha que manter, na “defesa dos direitos sociais e laborais de quem trabalha”.

Perante a atual situação, “não estão criadas as condições para a “discussão, esclarecimento para a luta” que foi proposta para o dia 15 de abril, pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário, ficando a mesma suspensa, acrescenta o comunicado.

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MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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