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“Esperei até ficar com fome”. E foi assim que uma banana de 108 mil euros foi comida

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Antes de comer a banana que o artista italiano Maurizio Cattelan fixou na parede com fita adesiva, uma obra vendida por 108.000 euros, em Miami, David Datuna esperou algumas horas até “ficar com fome”, explicou entre risadas o artista, esta segunda-feira, já de volta a Nova Iorque.

A banana incluída na obra de arte “Comedian”, do artista italiano Maurizio Cattelan, em exposição na feira Art Basel, em Miami, Estados Unidos, foi comida ontem à tarde. O “provador” de serviço foi David Datuna.

 

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“Hungry Artist” Art performance by me 🙂 I love Maurizio Cattelan artwork and I really love this installation It’s very delicious 🙂

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Nascido em Tbilisi e residente nos Estados Unidos há 22 anos, Datuna reivindicou o irreverente gesto que causou sensação depois de ter publicado na sua conta de Instagram um vídeo no qual aparecia a comer a famosa banana. A banana foi substituída rapidamente por outra na parede da galeria.

Embora esta “performance artística” possa implicar problemas legais, Datuna gabou-se nesta segunda, em conferência de imprensa, em Nova Iorque, de ser “o primeiro artista a comer a arte de outro artista”. E disse que desde então recebeu “40.000 a 50.000 mensagens no Instagram”, quase todas encorajadoras.

Datuna diz que respeita o trabalho de Cattelan, conhecido pela sua sanita de ouro de 18 quilates chamada “America”, que foi roubada em setembro de um castelo inglês.

“Ele é um génio”, que “goza com tudo”, afirmou Datuna. Mas “também me agrada o que eu fiz”. “Penso que os artistas existem para fazer as pessoas felizes e lhes dar prazer, e foi isso que eu fiz”, acrescentou.

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Primeiras carruagens de 51 compradas a Espanha começam a circular entre dezembro e janeiro

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Comboio passageiro

As primeiras carruagens do pacote de 51 compradas pela Comboios de Portugal (CP) à espanhola Renfe por 1,65 milhões de euros destinam-se à Linha do Minho e vão estar a funcionar entre dezembro e janeiro, foi hoje anunciado.

“A aquisição de material circulante disponível em Espanha faz parte de um esforço de curto prazo para fazer face às necessidades dos portugueses. A CP com 1,65 milhões de euros comprou 51 carruagens [usadas] que novas custariam [cada uma] mais de um milhão de euros”, destacou hoje o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, na visita realizada ao Parque Oficinal de Guifões, concelho de Matosinhos, onde a CP está a requalificar as carruagens compradas à Renfe.

Ainda de acordo com o governante, o investimento total, contando com a requalificação, poderá rondar os sete a oito milhões de euros e as carruagens vão estar ao serviço das linhas de intercidades e regionais, podendo circular a 200 quilómetros por hora.

Já de acordo com o presidente da CP, Nuno Freitas, 18 das 51 carruagens já se encontram em Guifões, três “chegam ainda hoje” e as restantes “muito em breve”.

Nuno Freitas avançou que as primeiras que ficarão prontas servirão para a inauguração da requalificação da Linha do Minho prevista para dezembro ou janeiro.

“Constitui um aumento de 50% do parque que pode ser destinado ao intercidades. Pode-se dizer o que se quiser, mas nos últimos anos, nomeadamente no último ano, fez-se aquilo na ferrovia que não se fez durante décadas. O país precisa de material circulante novo. Não abdicamos de lançar concurso. Mas demora alguns anos e não podemos ficar à espera”, disse Pedro Nuno Santos.

Ao lado da presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro, o ministro recordou ainda uma visita que fez à fábrica de Guifões em janeiro, lembrando que esta estava vazia, ao contrário de agora, segundo disse, que “está cheia e a trabalhar a toda a força”.

“Num momento em que ouvimos grandes valores em outras empresas e passamos por dificuldades, a CP que é uma empresa que merece muito mais do país do que aquilo que tem recebido está a fazer um trabalho excecional. Estamos disponíveis para ensinar outros Estados estrangeiros, mas também privados a fazer bons negócios”, disse o governante que recusou comentar assuntos à margem da visita, nomeadamente sobre a TAP.

“Tenho falado sobre TAP todos os dias. Não vou dizer nada porque o país tem de olhar para o que se está a fazer de bem em outras áreas, para a importância da ferrovia para o país. A ferrovia transporta Portugal inteiro”, concluiu.

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