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Escorrega de 38 metros fecha um dia depois de abrir com muitas queixas

Foi inaugurado quinta-feira e encerrado no dia seguinte, após muitas nódoas negras e ferimentos.

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O escorrega municipal, instalado em Estepona, no sul de Espanha, foi construído para ajudar as pessoas a fazer o percurso entre duas ruas, mas acabou por ser encerrado 24 horas depois.

O objetivo era permitir que adultos e crianças evitassem uma caminhada de dez minutos a pé, para atravessar a Avenida Reina Sofia e a Rua Eslovaquia.

Contudo, a inclinação do escorrega não é segura e as queixas dos utilizadores começaram a aparecer nas redes sociais.

O escorrega foi construído numa zona verde intitulada Parque de Los Niños, custou 28 mil euros e era o primeiro equipamento do género em Espanha.

No Twitter, a utilizadora ADB postou uma imagem dos seus cotovelos, depois de escorregar.

 

Há também quem defenda que os Simpsons já tinham previsto o escorrega de Estepona.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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