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Escola do Porto evacuada por suspeita de fuga de gás regressou hoje à normalidade

A escola reabriu portas aos alunos esta manhã, tendo as aulas começado às 08:15.

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A Escola Clara de Resende, no Porto, que na segunda-feira foi evacuada devido a uma suspeita de fuga de gás no refeitório, reabriu hoje à hora habitual, regressando à normalidade.

Em declarações à Lusa, Mónica Magalhães, subdiretora do Agrupamento de Escola Clara de Resende, explicou que uma falha de energia durante a noite, de domingo para segunda-feira, ativou um gerador que originou um cheiro semelhante a gás.

“Esta falha de energia aconteceu porque os alarmes dispararam quando alguém, durante o fim de semana e estranho à escola, entrou nas instalações”, disse.

Por “precaução”, as aulas foram interrompidas logo ao início da manhã de segunda-feira, prolongando-se esta situação por todo o dia, porque, por coincidência, os funcionários aperceberam-se de que tinha havido também uma inundação, que alagou parte do piso inferior da escola, onde se localizam os laboratórios.

“Devido a vários pontos de inundação na escola o fornecimento de água teve de ser fechado”, o que obrigou a mandar os mais de “mil alunos” deste estabelecimento para casa.

“Este problema já foi solucionado na segunda-feira, permitindo o funcionamento da escola, mas há necessidade de esperar cerca de dois dias para que os laboratórios sequem. As aulas que aqui deveriam decorrer serão realizadas em outras salas”, acrescentou a responsável.

Atualidade

PCP tem menos 4.320 militantes do que em 2016

O XXI congresso do PCP realiza-se em 27, 28 e 29 de novembro de 2020 no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, distrito de Lisboa, sob o lema “Organizar, Lutar, Avançar – Democracia e Socialismo”.

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O PCP tem 49.960 militantes, menos 4.320 do que em 2016, segundo o projeto de resolução político que vai ser discutido no XXI congresso do partido, em novembro.

Na proposta de resolução, também conhecida por teses, hoje publicada pelo Avante, jornal oficial do PCP, o partido explica esta redução com o facto de “o número de recrutamentos não ter compensado o número de camaradas que deixaram de contar como membros” do partido, principal devido a falecimentos.

Nos últimos anos, de acordo com o texto, “foram recrutados 3.245 militantes”, a maioria (67%) com menos de 50 anos quando aderiram ao partido.

Na parte dedicada aos órgãos dirigentes, a proposta de resolução admite uma “ligeira redução” no número de membros do comité central, fixando-se, igualmente, uma meta de “natural renovação”.

O comité central deve, segundo as teses, “manter uma ampla maioria de operários e empregados, com uma forte componente operária”, a exemplo do que acontece há décadas no partido que cumpre 100 anos em 2021.

Segundo o documento hoje divulgado, entre os 49.960 membros do partido, a “larga maioria” é de operários e empregados (70,1%), com “uma componente operária de 36,9%”.

O PCP informa ter 2.417 organismos, dos quais 310 são de empresa e local de trabalho e 567 são organismos de residência.

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