Ligue-se a nós

Atualidade

Equipa de resgate procura quatro espeleólogos portugueses em gruta espanhola

Publicado

Espanha bandeira

Uma equipa de resgate foi acionada para localizar quatro espeleólogos portugueses que estão desde sábado na gruta de Cueto-Coventosa, em Espanha, com os trabalhos de socorro a serem dificultados pelo aumento do nível da água.

Quatro especialistas da equipa de espeleologia conseguiram aceder à gruta no domingo, no município cantábrico de Arredondo, depois das 22:00 (21:00), embora só tivessem conseguido avançar cerca de 50 metros devido ao nível de água, segundo a agência de notícias EFE.

O serviço de emergência do governo da Cantábria, que coordena a operação, informou em comunicado que os especialistas indicaram que a água está a baixar no interior da gruta a uma velocidade de 10 centímetros por hora, muito mais lentamente do que se previa inicialmente.

Na entrada da área dos três lagos, a equipa de resgate instalou um ponto de acampamento, aguardando a diminuição do nível da água.

A previsão da Agência Estatal de Meteorologia é de chuvas fracas durante a manhã, sem registo de pluviosidade à tarde, com o tempo a agravar-se na terça-feira.

A equipa de resgate deverá instalar hoje cordas e corrimões se o nível da água não baixar.

Os quatro portugueses procurados entraram no sábado pela entrada de Cueto às 11:00 (10:00 em Lisboa), de acordo com o serviço de emergência espanhol, citado pela EFE.

Na ausência de notícias dos espeleólogos, outros três companheiros entraram ao meio-dia (11:00 em Lisboa) de domingo por Coventosa para ver se os encontravam, mas o elevado nível da água impossibilitou que prosseguissem a marcha.

Assim, às 16h30 (15:30 em Lisboa), notificaram o centro de coordenação do 112, a partir do qual foi mobilizado o dispositivo de resgate.

A operação integra a equipa de espeleologia da Cantábria (ESOCAN), além de técnicos da Direção Geral do Interior do governo da Cantábria, agentes da Guarda Civil e voluntários da Associação de Proteção Civil de Arredondo.

Atualidade

Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) fizeram 11.235 mortos em 2018

Publicado

Os acidentes vasculares cerebrais causaram em 2018 o maior número de óbitos, com 11.235 mortes, mas os dados melhoraram em relação ao ano anterior, ao contrário das mortes por doenças respiratórias, que estão a aumentar, segundo o INE.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que a redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) foi a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

Em 2018 morreram 7.241 pessoas por doença isquémica do coração, menos 1% que no ano anterior, o que representa a segunda maior proporção de óbitos (6,4%) em Portugal.

Segundo o INE, registaram-se também 4.620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4.542).

Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13.305 óbitos em 2018, um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país.

Continue a ler

Populares