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Entrevista Record FM: [Neno]: “É pena que a Taça da Liga não tenha uma maior exposição lá fora”

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Foto: facebook.com/Neno Barros

Neno, antigo guarda redes internacional, que passou por clubes como o Vitória de Guimarães e Benfica, é um dos embaixadores da presente edição da Taça da Liga.
O também elemento da estrutura diretiva do Vitória de Guimarães, em entrevista à Record FM deixou elogios ao atual formato da competição.
E para Neno, a Taça da Liga já começa a ser vista com outros olhos pelos clubes portugueses:

“É um dos objetivos da época. Alargado a todos os clubes. Não só pela forma como está a ser feita e gerida a competição. Acho que qualquer clube das ligas, neste momento tem a ambição de a conquistar”.

Neno reconhece que ainda não tem a dimensão europeia de outras competições, por exemplo teria outra atratividade outra proporção se a taça da liga abrisse as portas de uma presença na Europa:

“A época em Portugal é muito longa. Tanto a Taça de Portugal como o campeonato são competições bastante longas. E, realmente, um meio termo, que pudesse dar alguma exposição a um clube que vencesse a Taça da Liga, o campeão de inverno, seria mais interessante. Claro que o mais importante será sempre ganhar o campeonato e depois a Taça de Portugal. Sabemos qual a posição de cada um dos torneios. Mas a verdade é que a Taça da Liga também tem o seu significado e é pena que não tenha uma exposição mais mediática lá fora, dando direito a quem vencesse a prova poder estar presente numa competição europeia”.

Neno, na defesa da Taça da Liga, onde o seu Vitória de Guimarães foi eliminado nas meias finais.
A final está marcada para sábado, entre o FC Porto e o Sporting de Braga.

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Governo e sindicatos voltam a negociar salários na função pública

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O secretário de Estado da Administração Pública, José Couto, e as três estruturas sindicais da Função Pública têm agendada uma nova ronda negocial sobre aumentos salariais, na sequência das contrapropostas apresentadas na segunda-feira pelos sindicatos.

Esta reabertura do processo negocial começou com o Governo a propor um aumento reforçado de sete euros para todos os funcionários públicos cujo salário está situado entre os níveis 4 e 5 da Tabela Remuneratória Única, ou seja, entre 635,07 euros e 683,13 euros, respetivamente, mantendo a atualização de 0,3% para os restantes trabalhadores.

Na última reunião, as três estruturas sindicais da função pública manifestaram a sua discordância com aumentos diferenciados, defenderam subidas mais robustas.

A Fesap aponta para 2,9%, a Frente Comum quer um aumento mínimo de 90 euros mensais para todos os funcionários públicos e a Frente Sindical liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) defende uma atualização das remunerações e da Tabela Remuneratória Única em 2%.

Além disso, exigem e a reposição dos 25 dias úteis de férias, retirados durante a troika, e um aumento do subsídio de refeição face aos 4,77 euros atuais.

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