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Entrada em espaço aéreo finlandês tratou-se de erro da tripulação portuguesa

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Foto: Facebook Força Aérea Portuguesa
Foto: Facebook Força Aérea Portuguesa

Uma aeronave da Força Aérea, destacada na Polónia no âmbito da operação Assurance Measures da NATO, entrou inadvertidamente no espaço aéreo da Finlândia.

Segundo um comunicado da Força Aérea Portuguesa, a “missão decorria no Mar Báltico, entre a Estónia e a Finlândia, quando a tripulação do P-3C CUP+ efetuou uma correção de rumo e não conseguiu evitar que o raio de volta ultrapassasse em cerca de 0,3 milhas náuticas (500 metros) o limite do espaço aéreo daquele país”.

Na nota lê-se que “a Força Aérea lamenta o sucedido e esclarece que não se tratou de uma ação premeditada, tendo esta sido consequência de uma manobra em voo”.

A informação foi transmitida às autoridades finlandesas.

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Museus e monumentos perderam 70% dos visitantes no 1.º semestre do ano

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Os museus, monumentos e palácios nacionais registaram uma quebra de cerca de 70% de visitantes no primeiro semestre de 2020, comparando com o mesmo período de 2019, revelou hoje à agência Lusa a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).

Contactada pela Lusa sobre o balanço de visitantes do primeiro semestre do ano, os números avançados pela instituição indicam que o conjunto de 25 museus, monumentos e palácios tutelados receberem um total de 701.047 visitantes no primeiro semestre de 2020 face aos 2.308.430 visitantes do período homólogo de 2019, numa descida que revela o impacto da pandemia de covid-19.

Os museus, monumentos e palácios nacionais – tal como todos os espaços culturais – estiveram encerrados entre 14 de março e 17 de maio deste ano, na sequência do confinamento decretado pelo Governo para travar a propagação do coronavírus.

Quanto ao número global de visitantes no primeiro semestre de 2020, por unidade, o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, lidera os dez mais visitados, com 152.845 (foram 545.576 em 2019), seguindo-se a Torre de Belém, também na capital, com 84.601 (243.611 em 2019), o Palácio Nacional de Mafra com 70.607 entradas (148.737 em 2019), o Museu Nacional de Arqueologia, também em Lisboa, com 47.360 (128.807 em 2019), o Convento de Cristo, em Tomar, com 42.364 visitantes (153.641 em 2019), o Mosteiro da Batalha com 40.701 (181.336 em 2019), o Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, com 35.490 (111.713 em 2019), o Museu Nacional de Arte Antiga, igualmente na capital, com 33.176 (86.466 em 2019), o Panteão Nacional, também na capital, com 24.506 (84.040 em 2019) e o Mosteiro de Alcobaça, com 22.805 (97.431 no ano passado).

 

Lusa

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