Ligue-se a nós

Atualidade

Empresa portuguesa volta a dividir lucros com trabalhadores

Publicado

Foto: www.grupojosepimentamarques.pt

O Grupo José Pimenta Marques, sediado em Braga, voltou a distribuir os lucros da empresa pelos funcionários.

Além do salário de março, os trabalhadores receberam uma gratificação de até 60% do vencimento, variando em função da avaliação do desempenho individual de cada colaborador e da sua assiduidade durante o ano passado.

“Com um volume de negócios de 16 milhões de Euros, o Grupo José Pimenta Marques viu as suas empresas alcançarem os objetivos delineados para o ano, levando a administração a distribuir novamente pelos colaboradores um prémio pelo excelente desempenho geral”, lê-se na nota publicada no site e redes sociais da empresa.

A administração refere que a distribuição dos lucros continuará mediante a performance e a rentabilidade do grupo.

Atualidade

Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

Publicado

Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

Continue a ler

Populares