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Em Portugal trabalha-se em média 45 horas por semana

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Escritório Computador

Um sexto dos trabalhadores da União Europeia trabalha 48 horas semanais ou mais e um terço está sujeito a um trabalho intensivo, refere um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a qualidade do emprego.

De acordo com um dos gráficos do documento, em Portugal trabalha-se em média 45 horas por semana, apesar da legislação laboral prever o limite das 40 horas semanais.

O relatório conjunto da OIT e da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound) analisa as condições de trabalho numa perspetiva global e faz uma análise comparativa relativa à qualidade do emprego em 41 países, entre os quais 28 da União Europeia, nos últimos cinco anos.

Independentemente do país em análise, os trabalhadores com menos instrução têm menos acesso a oportunidades para aumentar as suas competências.

A exposição a riscos físicos é frequente e transversal. Mais de metade dos trabalhadores abrangidos pela análise está sujeita a movimentos repetitivos de mãos e braços.

O relatório reafirma que, em todos os países, as mulheres “ganham significativamente menos do que os homens”.

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Taxas moderadoras em centros de saúde acabam em 2020

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O parlamento aprovou esta sexta-feira um projeto de lei do Bloco de Esquerda que acaba com as taxas moderadoras nos centros de saúde e em consultas ou exames prescritos por profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O projeto-lei foi aprovado com votos contra do CDS-PP e votos favoráveis das restantes bancadas, tendo o grupo parlamentar anunciado que iria apresentar uma declaração de voto.

O objetivo do diploma é que “deixem de existir taxas moderadoras nos cuidados de saúde primários e em todas as consultas e prestações de saúde que sejam prescritas por profissional de saúde e cuja origem de referenciação seja o SNS”.

No texto que foi hoje discutido e votado, o Bloco propõe a “dispensa de cobrança de taxas moderadoras” no atendimento, consultas e outras prestações de saúde no âmbito dos cuidados de saúde primários, bem como em “consultas, atos complementares prescritos e outras prestações de saúde, se a origem de referenciação para estas for o Serviço Nacional de Saúde”.

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