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Em 2 dias CP corta 60 comboios na Linha de Sintra

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Comboio passageiro

Nos últimos 2 dias mais de 60 viagens ficaram por realizar na Linha de Sintra porque a CP não tem material disponível e porque as oficinas da EMEF – que faz a manutenção e reparação – continuam com falta de pessoal e de peças.

Segundo a edição online do Dinheiro Vivo, os problemas acontecem, sobretudo, na hora de ponta.

A CP garante que vai haver solução nos próximos dias. “A CP confirma que se verificaram supressões na linha de Sintra, nos últimos dois dias, relacionadas com excesso de imobilizações do material circulante”, justifica fonte oficial da transportadora ao Dinheiro Vivo.

Os problemas começaram na segunda-feira com 20 comboios suprimidos na hora de ponta da tarde: três entre Sintra e Lisboa-Oriente; três entre Alverca e Sintra; e 14 entre Lisboa-Rossio e Meleças.

Só esta terça-feira foram 40 supressões, nas horas de ponta da manhã e da tarde: três viagens por realizar entre Lisboa-Oriente e Sintra; seis entre Alverca e Sintra; mais 25 comboios suprimidos entre Lisboa-Rossio e Meleças.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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