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Donald Trump e Melania já estão em Londres

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Foto: Facebook Melania Trump

Passavam poucos minutos das 9 horas da manhã quando o presidente norte-americano Donald Trump e a sua mulher Melania acenaram à porta do avião, no aeroporto de Stansted, onde foram recebidos pelo ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Jeremy Hunt, e o embaixador americano, Woody Johnson.

No Twitter, Trump agradecia à Embaixada norte-americana de Londres.

Contudo, ainda antes de aterrar, noutro tweet, Trump criticava duramente Sadiq Khan, o presidente da Câmara de Londres, pela sua atitude “desagradável” em relação à visita do chefe de Estado norte-americano.

Sadiq Khan tinha afirmado que o Reino Unido não deveria “estender a passadeira vermelha” a Donald Trump. O mayor de Londres também disse publicamente que a primeira-ministra deveria dizer ao presidente que ele “está errado numa série de assuntos”, tais como as suas opiniões sobre as mulheres e sobre os imigrantes.

Em resposta, Trump afirmou ainda que Sadiq “tem feito um péssimo trabalho como mayor de Londres”. “Ele é um falhado e deveria concentrar-se em combater o crime em Londres em vez de se focar em mim…”, escreveu Trump. Além disso, lembrou que os EUA são “de longe o aliado mais importante do Reino Unido”.

Trocas de insultos à parte, o programa de Trump em Inglaterra começa com uma cerimónia de boas vindas no Palácio de Buckingham em que estarão presentes a Rainha Isabel II, o príncipe Carlos e a mulher, a duquesa da Cornualha, Camilla. A chegada de Trump será assinalada com salvas de canhão em Green Park e na Torre de Londres.

Após um almoço privado no Palácio para Trump e Melania, a Rainha vai conduzir o chefe de Estado norte-americano numa visita a uma exposição com peças da coleção real de importância histórica para os EUA. Seguem-se uma visita à Abadia de Westminster, onde o presidente depositará uma coroa de flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, chá em Clarence House com o príncipe Carlos e Camilla, e um banquete de Estado à noite no Palácio de Buckingham, oferecido pela rainha.

Na terça-feira, a primeira-ministra britânica, Theresa May, organiza um pequeno-almoço de negócios com empresários dos dois países, após o qual recebe Trump na residência oficial, em Downing Street, para almoço, seguido por uma conferência de imprensa.

Trump chega ao Reino Unido num momento delicado para a política britânica, com May a ter anunciado a demissão a partir de dia 7, confessando a sua incapacidade para fazer aprovar no Parlamento o seu acordo para o Brexit.

Na quarta-feira, Trump, a rainha, o príncipe Carlos e outros chefes de Estado ou de Governo participam num evento comemorativo em Portsmouth, no sul de Inglaterra do 75.º aniversário do desembarque do Dia D das forças aliadas que contribuiu para a derrota da invasão nazi na II Guerra Mundial.

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Aeródromo de Vila Real fecha por perigo de abatimento na pista

O aeródromo de Vila Real está encerrado a partir de hoje à operação de aviões.

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Aeroporto Viajar

O presidente da Câmara de Vila Real esclareceu esta terça-feira que foi detetado um “perigo de abatimento na pista” do aeródromo municipal, que determinou o encerramento “por tempo indeterminado” e implica um investimento “muito avultado”.

“Há a possibilidade de um abatimento na zona central da pista (…) Há uma linha de água que passa por baixo da pista, essa linha de água tem erodido os sedimentos que estão debaixo da pista, há um perigo de abatimento e, havendo esse perigo, não nos resta mais nada do que encerrar a pista por tempo indeterminado”, explicou Rui Santos, em conferência de imprensa.

Este aeródromo municipal é a sede de dois aviões de combate a incêndios, afetos à Proteção Civil, e é, além de Viseu e de Cascais (distrito de Lisboa), uma das paragens da carreira aérea que liga Bragança e Portimão (no distrito de Faro).

A decisão de encerramento tem implicações nas “normais operações aéreas”, estando a Proteção Civil a estudar localizações alternativas para os aviões médios de combate a incêndios, estando em cima da mesa hipóteses como os aeródromos de Chaves ou Mirandela.

Questionado sobre se este encerramento pode comprometer o combate a incêndios a partir de Vila Real, Rui Santos disse ter a esperança que “tal não aconteça”. “Como disse, os helicópteros podem operar, acresce que há aeródromos à volta, que suportarão o estacionamento de aviões e, caso seja necessário, agirão em conformidade”, frisou.

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