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Dois terços dos portugueses concordam com estado de emergência – sondagem

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Mais de dois terços dos portugueses concordam com a declaração do estado de emergência devido à pandemia da covid-19 e consideram boas ou razoáveis as medidas do Governo para lidar com a situação, segundo um estudo da Eurosondagem.

Na sondagem para o Porto Canal e jornal i, 77,2% dos inquiridos afirmam concordar com a declaração do estado de emergência, contra 5,2% que discordam e 17,6% que tem dúvidas ou não sabe responder.

Quanto às medidas do Governo para combater a pandemia do novo coronavírus, 48% considera serem boas e 24,8% razoáveis, enquanto 10% acha que são más e 17,2% tem dúvidas ou não ou quer responder.

Sobre o impacto da crise da covid-19 na economia e no emprego, a esmagadora maioria dos entrevistados (80%) não tem dúvidas de que vai ser muito grande (69%) ou grande (11%). Neste ponto, 7,2% dos inquiridos consideram que o impacto não será muito grande e 12,8% tem dúvidas ou não sabe ou quer responder.

O estudo da Eurosondagem foi realizado a partir de 710 entrevistas telefónicas validadas, realizadas entre os dias 20 e 23 de março.

Além da televisão Porto Canal e do diário i, o estudo foi feito também para o Açoreano Oriental, Correio do Minho, Diário de Aveiro, Diário de Coimbra, Diário Insular, Diário de Leiria, Diário de Notícias da Madeira, Diário de Viseu e Oeiras Actual e Postal do Algarve.

Atualidade

MAI apela a empresas para facultarem documento que justifique deslocações

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O ministro da Administração Interna alertou hoje para as restrições de circulação durante o período da Páscoa e por isso apelou às empresas para que facultem aos trabalhadores um documento que justifique as deslocações fora do concelho de residência.

Em conferência de imprensa realizada após a quinta reunião da estrutura de monitorização do estado de emergência, realizada no Ministério da Administração Interna, Eduardo Cabrita disse que, entre os dias 09 e 13 de abril, vai haver “um conjunto de restrições à circulação muito significativas”, sublinhando que, durante este período, “apenas por razões imperiosas de saúde ou de urgência” e de trabalho se pode sair do concelho de residência.

Nesse sentido, apelou às entidades patronais para que preparem um documento que justifique, durante esse período da Páscoa, as deslocações fora do concelho da residência, indicando em que atividade trabalha e qual a razão.

O estado de emergência foi hoje renovado até 17 de abril com mais medidas restritivas, nomeadamente a proibição de grupos na rua com mais de cinco pessoas, além de regras mais apertadas de circulação para o período da Páscoa, como encerramento dos aeroportos e proibição de circulação fora do concelho de residência.

O ministro sublinhou que as polícias municipais vão ter mais poderes, passando atuar numa “cooperação expressa com as forças de segurança”.

O novo decreto do estado de emergência dá também, segundo Eduardo Cabrita, mais poderes às juntas de freguesias, que têm um “papel ativo muito importante” na consciencialização dos portugueses.

O ministro sublinhou que as juntas de freguesia têm agora “competência expressa de aconselhamento, recomendação e comunicação” às forças de segurança de situações de incumprimento.

 

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