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Dois ex-secretários de Estado entre os 18 arguidos no caso das viagens da Galp 

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O Ministério Público acusou 18 arguidos, incluindo dois ex-secretários de Estado e dois presidentes de câmara, por crime de recebimento indevido de vantagem no caso das viagens pagas pela Galp no Euro2016.

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR), dos 18 arguidos acusados fazem parte duas empresas do grupo Galp e sete outros responsáveis ou colaboradores destas sociedades.

Os restantes nove arguidos, à data dos factos, exerciam funções de secretário de Estado (dois), chefe de gabinete de secretário de Estado (dois), assessor governamental (dois), presidente de câmara municipal (dois) e administrador de empresa concessionária de serviço público (um), adianta a nota da PGR.

De acordo com a acusação, os arguidos ligados ao grupo Galp, atuando em nome e no interesse das sociedades arguidas, endereçaram convites a várias pessoas que exerciam funções ou cargos públicos para assistirem a jogos da seleção nacional no campeonato europeu de futebol, que decorreu em França, em 2016.

O MP indica ainda que, de acordo com a acusação, “os arguidos sabiam que poderiam colocar em causa e, no caso dos indivíduos que os aceitaram, colocavam, a transparência, equidistância, isenção e objetividade com que os destinatários dos convites deveriam desempenhar as suas funções, nomeadamente, no que diz respeito às empresas que integravam aquele grupo, criando um contexto de ilegítima proximidade”.

Este caso levou, em julho de 2017, à saída dos então secretários de Estado responsáveis pelas pastas da Internacionalização, Jorge Costa Oliveira, dos Assuntos Fiscais, Rocha Andrade, e da Indústria, João Vasconcelos, que morreu a 26 de março.

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Fogo de Vila de Rei e Mação dominado em 90% e sem frentes ativas

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O incêndio que deflagrou no sábado em Vila de Rei e que afeta também Mação está dominado em 90% e não apresenta frentes ativas, mas a tarde pode voltar a trazer dificuldades.

O comandante do Agrupamento Distrital do Centro Sul, Belo Costa, afirmou hoje, na conferência de imprensa das 08:00, que o incêndio está dominado em 90%, sem qualquer frente ativa, mas com vários “pontos quentes preocupantes” (pontos com combustão lenta e sem propagação).

Apesar de um quadro favorável na manhã para o combate às chamas, Belo Costa recordou que, tal como nos dias anteriores, a tarde avizinha-se complicada, com o aumento da temperatura e do vento e a redução da humidade relativa.

“É contra essa ameaça que vamos trabalhar toda esta manhã”, vincou o comandante, que falava aos jornalistas na Escola Secundária da Sertã.

Segundo Belo Costa, o combate está focado em “aproveitar as boas oportunidades” durante a manhã, com a intensificação do trabalho de maquinaria pesada (que também esteve a trabalhar durante a noite) e com forças apeadas da GNR e da Força Especial da Proteção Civil por forma a resolver “os tais 10% de perímetro que falta consolidar para garantir a resolução deste incêndio”, estando também a ser realizadas manobras de fogo tático esta manhã.

Caso as condições se agravem e os operacionais não consigam, em tempo útil, dominar os 10% que faltam de perímetro de incêndio poderão surgir “situações menos agradáveis”, o que justifica o trabalho de retaguarda, explicou.

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