Ligue-se a nós

Atualidade

Dois bombeiros atropelados após acidente na A1 em Santarém

Publicado

Emergência Ambulância

Dois bombeiros ficaram feridos, um deles em estado grave, atropelados na noite de terça-feira por uma viatura ligeira na Autoestrada A1, em Santarém, após uma colisão entre dois pesados de que resultou um morto.

De acordo com fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, o acidente entre os dois veículos pesados aconteceu ao quilómetro 61 da A1, no sentido norte-sul, na zona de Póvoa da Isenta, provocando um morto, ocupante de uma das viaturas sinistradas, e um ferido ligeiro.

Após a colisão dos veículos pesados uma ambulância da corporação de Pernes, Santarém, “que transportava uma pessoa para Lisboa”, parou na via, os dois bombeiros saíram do veículo de emergência e “foram atropelados” por uma viatura ligeira.

“Um ficou ferido com gravidade e o outro é ferido ligeiro”, adiantou a fonte do CDOS de Santarém.

Atualidade

UE pressiona Brasil a combater desflorestação

Publicado

A União Europeia (UE) vai continuar a exigir que o Brasil cumpra os seus compromissos de combate à desflorestação da floresta amazónica, mas rejeita banir a importação de carne bovina como retaliação, afirmou hoje a comissária do Comércio.

“Boicotar produtos não é, geralmente, uma boa ideia. E se um país disser que quer boicotar as [importações] de carne bovina brasileira, isso é contra as regras da Organização Mundial de Comércio [OMC] e não estamos autorizados a fazê-lo”, afirmou a comissária europeia Cecilia Malmström.

Em entrevista à agência Lusa, em Bruxelas, a responsável notou que “cabe aos consumidores decidir o que fazer”.

“Os consumidores compram e são muito poderosos, mas oficialmente termos um boicote não é uma boa ideia”, acrescentou Cecilia Malmström.

As declarações da comissária europeia do Comércio surgem depois de, recentemente, alguns países da UE – como França, Irlanda, Áustria e Luxemburgo – terem ameaçado bloquear o processo de ratificação do acordo de livre comércio entre a União e a Organização do Mercado Comum do Sul (Mercosul) se o Brasil não começar a cumprir as suas obrigações climáticas de proteção da Amazónia.

A desflorestação da floresta amazónica tornou-se mais evidente devido aos incêndios de grandes dimensões que afetaram a Amazónia em agosto passado, com os líderes mundiais, nomeadamente europeus, a exigirem ação por parte do Brasil.

Em Portugal, são quase 1.800 as empresas que exportam para a região do Mercosul, num total de 40 mil postos de trabalho abrangidos e de 2,5 mil milhões de euros gerados por estas trocas comerciais.

Para Cecilia Malmström, o acordo UE-Mercosul é, inclusive, uma forma de forçar o Brasil a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris de combate às alterações climáticas, firmado em 2015.

Continue a ler

Populares