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Documentário sobre Tony Carreira estreia hoje em Portugal

Tony Carreira, de 55 anos, começou a cantar em França, para a comunidade portuguesa, numa banda constituída com os irmãos, Irmãos 5.

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O documentário focado na vida e obra do cantor Tony Carreira, “Tony”, de Jorge Pelicano, estreia-se hoje nos cinemas portugueses.

O filme, de acordo com a distribuidora NOS Audiovisuais, “é um retrato inédito da vida de Tony Carreira, onde marcam presença a família, os amigos e as histórias desses milhares de portugueses que o acompanham há 30 anos e que, mesmo nos momentos mais difíceis, nunca o abandonaram”.

O cantor assinalou no ano passado 30 anos de carreira, anunciando uma pausa “no seu percurso musical”, por tempo indeterminado.

De acordo com a distribuidora do filme, “o realizador Jorge Pelicano teve acesso exclusivo à vida pessoal e profissional de Tony Carreira, acompanhando-o, durante este ano decisivo, em sucessivas digressões nacionais e internacionais”.

“Da digressão francesa, às gravações do dueto com Rudy Pérez em Miami – um dos mais prestigiados produtores de música latina (e um dos nomes envolvidos na polémica de plágio) – de Israel, à infância de Tony Carreira; do seu primeiro sucesso nos anos 80, em França, à conquista das grandes salas de espetáculos, como o Olympia de Paris; ‘Tony’ releva imagens inéditas e testemunhos únicos deste ‘fenómeno’ da música nacional que é, indubitavelmente, uma inspiração para todos os portugueses”, lê-se num comunicado da distribuidora.

A realização está a cargo de Jorge Pelicano, que nasceu na Figueira da Foz em 1977, iniciou a vida profissional no jornalismo, sobretudo como repórter de imagem em televisão, antes de enveredar pelo cinema documental.

É autor dos documentários “Ainda há pastores?” (2005), “Pare, escute, olhe” (2009), “Para-me de repente o pensamento” (2015) e “Até que o porno nos separe” (2018).

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Nova Miss Universo é sul-africana e tem 26 anos

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Foto: Facebook Miss Universe

A competição Miss Universo 2019 foi ganha domingo por Zozibini Tunzi. A sul-africana de 26 anos, natural de Tsolo, conquistou o público e o júri com as suas convicções contra o racismo e contra o machismo.

É a primeira mulher negra a vencer desde 2011, quando Leila Lopes, de Angola, conquistou o título.

A sul-africana superou concorrentes de outros 89 países nesta gala, que decorreu domingo à noite em Atlanta, nos Estados Unidos.

“Eu cresci num mundo onde uma mulher como eu, com o meu tipo de pele e cabelo, nunca foi considerada bonita. E acho que é hora de isso terminar hoje”, disse Tunzi, na sua última mensagem antes da deliberação final.

Para primeira dama de honra foi escolhida a porto-riquenha Madison Anderson. Já a mexicana Sofía Aragón ficou como segunda dama.

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