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Despiste de pesado de mercadorias complica trânsito na A1 em Condeixa

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Um despiste de um veículo pesado de mercadorias na autoestrada A1, na zona de Condeixa (Coimbra), provocou um corte parcial de trânsito no sentido Sul-Norte, informou fonte da GNR.

Segundo a mesma fonte, o despiste ocorreu cerca das 06:45, ao quilómetro 181, no sentido Sul-Norte, e o trânsito estava pelas 08:00 a fazer-se apenas pela faixa da esquerda “e com muita dificuldade”.

A mesma fonte disse que as primeiras informações indicam que a carga transportada pelo veículo que se despistou era sólida e remeteu para mais tarde mais informações sobre o assunto.

Não há feridos a registar.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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