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Derrocada: Presidente da Câmara de Borba recusa demitir-se

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O presidente da Câmara de Borba, António José Lopes Anselmo, um dos oito acusados pelo Ministério Público, na derrocada de uma pedreira que vitimou cinco pessoas, assegurou esta quinta-feira que não se vai demitir.

O autarca escusou-se, porém, a adiantar mais informações, justificando que o processo “está em segredo de justiça”.

O Ministério Público, recorde-se, fez saber esta quarta-feira que deduziu acusação contra oito arguidos, um deles uma pessoa coletiva, no caso da derrocada da estrada 255 em Borba (Évora), por “vários crimes de homicídio e de violação de regras de segurança”.

Os crimes “foram imputados a decisores políticos locais, a responsáveis de serviços da administração direta do Estado”, ao “responsável técnico” e à “sociedade proprietária de pedreira”.

Perante as circunstâncias, o autarca de Borba defendeu que “uma coisa é ser acusado, outra é preparar a defesa”, assegurando ainda que “quem está em cargos políticos faz sempre a melhor coisa para servir a população” e que “consciência tranquila” sempre teve.

Na tarde de 19 de novembro de 2018, um troço de cerca de 100 metros da EM 255, entre Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora, colapsou, devido ao deslizamento de um grande volume de rochas, blocos de mármore e terra para o interior de duas pedreiras.

O desastre causou a morte de dois operários da empresa de mármore, na pedreira ativa – devido a um aluimento que provocou “o deslocamento da retroescavadora” que operavam – e de três homens que seguiam em duas viaturas na estrada que ruiu e que caíram para o plano de água da pedreira desativada.

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Jovem de Melgaço cai ao rio minho

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Foto:Wikipédia

As buscas para encontrar um jovem que caiu ao rio Minho, na terça-feira, em Melgaço, são retomadas nesta quinta-feira, às 08:00, com apoio de dois meios aéreos espanhóis, informou o capitão do porto de Caminha.
O capitão do porto e comandante da Polícia Marítima (PM) de Caminha, Pedro Costa, explicou à Lusa que aqueles meios aéreos serão garantidos pela Guardia Civil e pela Agência de Emergência Galega 112 (Axega).

Na terça-feira, o jovem de 26 anos “escorregou e caiu” quando “passeava” junto ao rio internacional, na freguesia de Remoães, no concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo.

As buscas a realizar na quinta-feira, no troço internacional do rio Minho, vão contar com a participação de Pedro Costa, com três embarcações, duas espanholas e uma da PM de Caminha. Em terra, nas duas margens, as operações envolverão meios dos bombeiros voluntários de Melgaço e da Guardia Civil espanhola.

Segundo Pedro Costa, estas operações vão mobilizar mais de 20 operacionais dos dois países.

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