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Derrocada em prédio devoluto de Lisboa motiva fecho de creche e residência

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A derrocada parcial de um prédio devoluto na Avenida Elias Garcia, na cidade de Lisboa, não provocou vítimas, mas vai obrigar a realojar várias dezenas de estudantes de uma residência contígua, disse hoje fonte oficial do município.

Os trabalhos do Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa foram entretanto dados por concluídos.

A fonte da Câmara Municipal de Lisboa confirmou à agência Lusa que a derrocada não provocou vítimas, depois de uma equipa cinotécnica ter vistoriado toda essa zona da avenida.

Contudo, por questões de segurança, os prédios contíguos, entre os números 120 e 130 (correspondentes a dois prédios), vão ficar interditados até que sejam efetuadas vistorias para avaliar as condições de segurança, motivo pelo qual uma creche ali localizada vai estar encerrada na quinta-feira.

Nestes edifícios há também espaços comerciais. A autarquia está a realojar estudantes de uma residência universitária contígua, que vai estar também encerrada.

Em declarações à CMTV, o vereador da Proteção Civil da Câmara de Lisboa, Carlos Castro, explicou que os estudantes “tiveram de ser desalojados” e que vão pernoitar numa Pousada de Juventude, tendo-lhes sido fornecida uma refeição.

Na residência universitária, moram 80 estudantes, mas apenas 50 foram identificados e encaminhados até cerca das 23:00.

A ocorrência foi comunicada ao Regimento de Sapadores de Bombeiros de Lisboa pelas 20:00, indicando a “derrocada parcial de um edifício devoluto” na Avenida Elias Garcia, disse fonte do regimento à Lusa.

Para o local, foram mobilizados 22 operacionais e 10 viaturas dos sapadores, entre outros meios da Proteção Civil municipal e da PSP.

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Taxa de transmissibilidade da covid-19 subiu para acima de um

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A taxa de transmissibilidade (RT) da covid-19 em Portugal subiu nos últimos dias, situando-se acima de um (1), afirmou hoje a ministra da Saúde.

Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia, Marta Temido afirmou que, entre 05 e 09 deste mês, o índice de transmissão da doença, foi estimado em 1,04, o que mostra “uma ligeira tendência de crescimento”.

Entre os dias 03 e 07 de agosto, a taxa de transmissibilidade (número médio de casos secundários que resultam de um caso infetado) estava nos 0,99.

“Estes resultados aconselham uma atitude de precaução e manutenção do esforço consistente de todos, face aquilo que é a evolução do contexto internacional”, acrescentou.

Portugal regista hoje mais dois mortos por covid-19, que ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, e 235 novos casos de infeção em relação a quinta-feira, num total de 53.783 casos confirmados e 1.772 mortes.

Em termos percentuais, a taxa de mortalidade em Portugal por covid-19 situa-se nos 3,3%.

A ministra disse ainda que o número de pessoas que estão a recuperar em casa se mantém estável, situando-se nos 22,8% e que o número de doentes hospitalizados por covid-19 representa 0,7% dos infetados.

A taxa de incidência para os últimos sete dias fixa-se nos 13,9 casos por 100 mil e em relação aos últimos 14 dias situa-se nos 26,4 novos casos por 100 mil habitantes.

Marta Temido avançou também que o boletim epidemiológico passa a ter novo formato a partir de segunda-feira, dizendo que se pretende que seja de “mais fácil leitura”.

A ministra terminou a parte introdutória da conferência de imprensa a congratular-se com o facto de não haver utentes com covid-19 na Rede de Cuidados Continuados Integrados, equipamentos ao dispor de doentes em reabilitação e recuperação, dizendo que foi fruto de um “esforço intenso das equipas”.

Portugal regista hoje mais duas mortes por covid-19 e 235 novos casos de infeção em relação a quinta-feira, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS).

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