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Deco: Mais de metade dos portugueses paga IMI a mais

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Apesar do valor de construção de todas as casas ter subido no início do ano, ainda não foram feitas atualizações no quadro da Finanças que influenciam o cálculo de IMI em todos os imóveis.

A Deco aconselha que peça uma nova avaliação da sua casa para obter poupanças no pagamento de imposto já em 2020.

Mais de 26 mil portugueses simularam o valor justo de IMI a pagar pelas suas casas e sete em cada dez confirmaram que estão a pagar imposto a mais.

Porém, esta situação pode ser alterada: De acordo com um estudo conduzido pela Deco Proteste, os contribuintes devem apresentar nas Finanças um pedido para nova avaliação das casas antes de 31 de dezembro, para obter poupanças no IMI já em 2020. Mas se o fez em 2017 e 2018 ainda não o pode fazer este ano dado só ser possível pedir novas avaliações de três em três anos.

Em média, as poupanças reveladas, esta quinta-feira, pelo simulador da associação para a defesa do consumidor, rondam os 78 euros. Faro, Setúbal, Vila Real, Santarém e Açores destacam-se, com poupanças médias acima dos 80 euros.

A 1 de janeiro, o valor de construção de todas as casas subiu oficialmente de 603 para 615 euros por metro quadrado.

No entanto, as Finanças não atualizaram esta parcela (que influencia o cálculo de IMI) em todos os imóveis. Apenas o fazem quando o imóvel é transacionado ou quando o proprietário solicita uma nova avaliação.

Daí que nem sempre compense fazê-lo. Ao pedir a nova avaliação da casa, as Finanças irão atualizar todos os coeficientes. Uns poderão descer, como os referentes à antiguidade do imóvel ou à sua localização. Outros poderão subir, como o valor de construção. Entre subidas e descidas, pode haver margem para poupança.

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Benfica pode ter de vir a jogar à porta fechada

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O Tribunal Arbitral do Desporto considerou improcedente o recurso do Benfica ao castigo de disputar um jogo de futebol à porta fechada.

Fonte oficial do Benfica confirmou hoje à Lusa que vai recorrer para o Tribunal Central e Administrativo do Sul da decisão de segunda instância tomada na segunda-feira, suspendendo a pena de um jogo à porta fechada e de uma multa de 11.475 euros impostos ao Benfica.

Este castigo foi imposto pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, pelo comportamento dos adeptos ‘encarnados’ na visita ao Estoril Praia, em 21 de abril de 2018, “traduzido no arremesso de algumas tochas para o terreno de jogo” aquando dos golos das ‘águias’, que venceram por 2-1.

Na ocasião, o Benfica recorreu, primeiro, para o pleno do CD da FPF, que viria a manter o castigo, e, depois, para o TAD, alegando que não era “promotor do espetáculo desportivo”, por estar a jogar como visitante.

Na decisão de segunda-feira, à qual a Lusa teve acesso, o TAD “declara totalmente improcedente o recurso interposto pela demandante [Benfica] e confirma integralmente a decisão disciplinar recorrida”.

Fonte conhecedora do processo explicou à Lusa que esta instância de apelo refutou a exclusão de responsabilidade para os clubes visitantes, defendendo, mesmo nestes casos, vigilância apertada sobre os seus adeptos.

 

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