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David Sassoli é o novo presidente do parlamento europeu

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Imagem de Pexels por Pixabay

O socialista italiano David-Maria Sassoli foi eleito à segunda volta com 345 votos. Sassoli já tinha sido o candidato mais votado na primeira volta da eleição do presidente do Parlamento Europeu, mas ficou a sete votos da maioria.

António Tajani, presidente cessante da assembleia europeia, anunciou que Sassoli, candidato do grupo dos Socialistas & Democratas (centro-esquerda), de que faz parte o PS português, teve o apoio de 325 eurodeputados na votação que se realizou hoje no plenário europeu em Estrasburgo.

Para vencer, o candidato mais votado precisava de uma maioria de 50% dos votos mais um, no caso 332.

Do total de 748 deputados, os 751 menos os três eurodeputados catalães que não puderam tomar posse, 735 participaram na votação, tendo havido 662 votos válidos e 73 votos inválidos.

Dos outros três candidatos, o segundo mais votado foi o checo Jan Zarahdil, dos Conservadores e Reformistas (ERC), com 162 votos, seguido da alemã Ska Keller, dos Verdes, família política a que pertence o português PAN, com 133 votos, e da espanhola Sira Rego, candidata da Esquerda Unitária (a que pertencem BE e PCP), com 42 votos.

Os quatro candidatos confirmaram a participação na segunda volta, marcada para as 11:40 locais (10:40 em Lisboa).

Se nenhum candidato obtiver a maioria, realiza-se uma terceira volta e, se o mesmo voltar a acontecer, uma quarta e última volta entre os dois candidatos mais votados na ronda anterior.

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Adeptos pedem fim da “instrumentalização política” do Benfica por André Ventura

Ricardo Araújo Pereira e Pedro Norton são algusn dos subscritores da carta aberta.

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Foto: Facebook André Ventura

Um grupo de adeptos do Benfica pediu à direção presidida por Luís Filipe Vieira para pôr fim à “instrumentalização política” do clube pelo partido Chega, em carta aberta publicada, esta sexta-feira.

“A direção do Benfica não pode continuar a pactuar com a evidência mediática: o Chega chegou ao parlamento porque é liderado por uma personagem que é conhecida apenas e só por causa do Benfica”, denuncia o grupo de cinco subscritores na Tribuna Expresso.

Jacinto Lucas Pires, Henrique Raposo, Pedro Norton, José Eduardo Martins e Ricardo Araújo Pereira expressam publicamente “indignação” perante o facto de o presidente do Chega, André Ventura, ter usado o clube “para criar uma persona política”, assinalando que “a instrumentalização política do Benfica é errada por princípio”.

“Neste caso, é ainda mais grave, porque o Chega é um partido de extrema-direita abertamente antissistema e xenófobo, isto é, um partido que é a negação da identidade do Benfica. O clube de Eusébio, Coluna, Renato e Gedson, entre outros, não pode ser associado a uma figura xenófoba”, adverte aquele grupo de adeptos.

Contactado pela agência Lusa, o Benfica recusou comentar a carta aberta e remeteu para os estatutos do clube, nos quais é indicado que o clube não diferencia os sócios “em razão da raça, género, sexo, ascendência, língua, nacionalidade ou território de origem, condição económica e social e convicções políticas, ideológicas e religiosas”.

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