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Da reunião de hoje vão sair medidas de combate à pandemia mais apertadas – o que poderá vir aí?

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O primeiro-ministro e líderes partidários reúnem-se com especialistas para avaliar a situação da Covid-19 em Portugal, um encontro marcado pela ausência do Presidente da República, que testou positivo à Covid-19.

Esta reunião com epidemiologistas vai analisar a evolução da covid-19 e vai ajudar o Governo a decidir as novas medidas de combate à pandemia.

Na semana passada, no final da reunião do Conselho de Ministros, António Costa anunciou o provável agravamento das restrições. O fecho das escolas é uma das principais dúvidas.
Hoje são, então, retomadas as reuniões com especialistas e peritos no Infarmed, em Lisboa, depois de uma pausa para as épocas festivas. A reunião de hoje tem um peso especial, uma vez que dela e dos dados que forem apresentados, dependem as medidas que serão divulgadas, ao que tudo indica, já amanhã.

A reunião com epidemiologistas desta terça-feira, em concreto, vai analisar a evolução da covid-19, ajudando o Governo a decidir as novas medidas de combate à pandemia, tanto que o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prolongou o Estado de Emergência por apenas uma semana, precisamente para aguardar pelos dados dos especialistas.
Assim, à semelhança do que aconteceu no início da crise de saúde pública, todo o comércio não alimentar e a restauração devem fechar portas, mantendo-se apenas em funcionamento as escolas, tal como confirmou o ministro da economia, Pedro Siza Vieira.

Para além disso, serão reforçados os apoios das empresas, com o layoff simplificado a passar a ser imediatamente acessível e os apoios a fundo perdido que se mantêm. Também o apoio a trabalhadores independentes e aos sócios-gerentes será reforçado.

Os serviços públicos, ainda que não haja para já confirmação oficial, devem manter-se no regime de atendimento online ou por marcação. Já as eleições presidenciais (abrangidas pelo estado de emergência) terão exceções, para que no dia 24 os eleitores possam deslocar-se às urnas para votar.

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Abstenção mais elevada de sempre em eleições para PR

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A abstenção nas eleições presidenciais deste domingo foi de 54,55 por cento no território nacional.

Nestas eleições em contexto de pandemia,  votaram 4,2 milhões de eleitores, menos de metade dos 9,3 milhões de inscritos no território nacional.

A taxa de abstenção, que se situou nos 54,55 por cento, foi a mais elevada em eleições presidenciais, ultrapassando a registada na reeleição de Cavaco Silva, em 23 de janeiro de 2011, em que 53,56 por cento dos eleitores optaram por não ir às urnas.

Estes dados referem-se apenas a Portugal continental e Regiões Autónomas, faltando apurar todos os resultados das votações no estrangeiro.

As eleições presidenciais de 2021 voltaram a confirmar a tendência para uma maior abstenção quando se trata de um segundo mandato.

Os votos brancos atingiram 1,11 por cento e os nulos 0,94 por cento. No primeiro caso, esta percentagem foi menor relativamente às eleições presidenciais de 2016, nas quais se registaram 1,24 por cento de votos brancos, mas os votos nulos foram, nestas eleições, em maior percentagem em comparação com os 0,92 por cento de 2016.

 

Lusa

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